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Il Principe Felice E Altre Fiabe Audiolivro

de Oscar Wilde; Narrado por: Debora Zuin
idioma: italiano
Editor: Alfaudiobook audiolibri, julho de 2019 ‧
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Il principe felice e altre fiabe è un audiolibro, proposto da Alfaudiobook, che raccoglie quattro fiabe di Oscar Wilde. Nate per allietare i figli dell’autore, hanno ispirato generazioni di bambini e di adulti. Il principe felice narra la storia d'amore e d'amicizia tra la meravigliosa statua d'oro di un bellissimo e generoso principe e una piccola rondine; ne Il gigante egoista il cuore arido e solitario di un gigante viene riscaldato grazie alla compassione e alla fede; Il giovane re racconta dei tre sogni fatti da un re alla vigilia dell'incoronazione e come, attraverso di essi, scopre il proprio futuro e comprende che la felicità non va ricercata nelle cose materiali; L'usignolo e la rosa narra dello struggente sacrificio di un usignolo che offre il proprio canto per rendere perfetta la rosa rossa che un giovane vuole regalare alla propria amata. Voce di queste quattro fiabe del celebre scrittore inglese è l'attrice Debora Zuin, con l'accompagnamento delle musiche tratte dall’opera ‘Il principe felice’ di Silvio Amato eseguite dai Solisti dell’orchestra filarmonica di Minsk.

ContenutoIl principe felice e altre fiabe

Indice delle tracce:

01 - Il principe felice - parte 1
02 - Il principe felice - parte 2
03 - Il gigante egoista
04 - Il giovane re - parte 1
05 - Il giovane re - parte 2
06 - Il giovane re - parte 3
07 - L’usignolo e la rosa

Il Principe Felice E Altre Fiabe

de Oscar Wilde; Narrado por: Debora Zuin

Propriedade Descrição
ISBN: 9788896835043
Editor: Alfaudiobook audiolibri
Data de Lançamento: julho de 2019
Idioma: Italiano
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 1 horas e 19 minutos
Tamanho Ficheiro 39.30 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Italiano > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9788896835043

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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