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A Mulher Pálida Audiolivro

Literatura

de Machado de Assis; Narrado por: Tom Bueno
idioma: português do brasil
Editor: Pop Stories, dezembro de 2022 ‧
2,99€
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Em "A Mulher Pálida", Machado de Assis apresenta um conto irônico sobre o protagonista, Máximo, um homem que aspira a ser poeta. Apesar de seus sonhos de grandeza literária, o que realmente chama a atenção das pessoas não é sua poesia, mas sua voz, com seus tons e maneiras únicas de falar. O conto explora a discrepância entre o que ele deseja ser e o que realmente é, refletindo sobre as expectativas frustradas e as limitações humanas. A mulher pálida, que é uma figura simbólica, representa as aspirações não realizadas de Máximo, refletindo a fragilidade de seus sonhos e a desconexão entre suas ambições e a realidade. O conto, assim, se transforma em uma reflexão profunda sobre como as ilusões da vida, alimentadas pela busca incessante por reconhecimento, frequentemente esbarram nas limitações do ser humano, revelando a dolorosa diferença entre os ideais e as realidades que enfrentamos. Ele nos obriga a confrontar a natureza das nossas ambições e os vazios que surgem quando a busca por validação externa eclipsa a autenticidade de nossa própria essência.

A Mulher Pálida

Literatura

de Machado de Assis; Narrado por: Tom Bueno

Propriedade Descrição
ISBN: 9786554112536
Editor: Pop Stories
Data de Lançamento: dezembro de 2022
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 36 minutos
Tamanho Ficheiro 20.82 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786554112536

SOBRE O AUTOR

Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) nasceu e viveu no Rio de Janeiro. A única vez que deixou a cidade, em 1879, para convalescença de crise de epilepsia, foi para Nova Friburgo. Essa estada ficou literariamente famosa por ter aí começado — ditando-o à mulher, Carolina — Memórias Póstumas de Brás Cubas, livro singularmente extravagante que marca toda a sua obra. Descendente de escravos (o pai, pintor de paredes, era filho de escravos forros; a mãe, uma lavadeira açoriana), pobre, órfão muito cedo, não teve educação formal e foi funcionário público, mas, não obstante ter surgido como o mais excêntrico escritor que o Brasil já conhecera, cedo alcançou enorme reputação literária, fundando e presidindo a Academia Brasileira de Letras. Foi o mais completo homem de letras oitocentista no Brasil, escrevendo em vários géneros, mas destacando-se enquanto romancista, contista e cronista. Os seus romances ainda surpreendem pela atualidade, pelo inesperado do humorismo filosófico e pelo cosmopolitismo. Parece nunca ter sido tão estimado pelos seus pares como foi por eles admirado, o que seria injusto atribuir à excecional configuração do seu génio literário.

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