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A Ladainha Da Dor Audiolivro

Literatura

de Eça de Queiroz; Narrado por: Paulo Carvalho
idioma: português do brasil
Editor: Pop Stories, outubro de 2022 ‧
2,99€
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"A ladainha da dor" é um conto singular de Eça de Queirós, composto por duas cartas entremeadas por breves comentários do narrador. A correspondência entre o compositor francês Hector Berlioz e um pintor amigo seu trata da morte misteriosa do compositor italiano Paganini. A troca de cartas revela as impressões pessoais de ambos os personagens sobre a figura enigmática de Paganini, enquanto o narrador explora, de maneira sutil, as complexidades do sofrimento, da arte e da morte. O conto reflete como a dor e a perda se entrelaçam no processo criativo, marcando profundamente a produção artística.

A Ladainha Da Dor

Literatura

de Eça de Queiroz; Narrado por: Paulo Carvalho

Propriedade Descrição
ISBN: 9786554112048
Editor: Pop Stories
Data de Lançamento: outubro de 2022
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 34 minutos
Tamanho Ficheiro 19.19 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9786554112048

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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