O Dia D contado por Winston Churchill

Por Vera Dantas
6 de junho de 2024
Há 80 anos, a 6 de junho de 1944, a maior operação anfíbia e aérea conjunta da História uniu as forças militares sobretudo do Reino Unido, Canadá e EUA, além de outros nove países aliados contra o domínio nazi, marcando o início da libertação da Europa Ocidental.
Foi necessária uma preparação de dois anos para o conseguir. Cerca de 2 milhões de militares de mais de 12 países concentraram-se no Reino Unido em preparação para a invasão. No Dia D, as forças aliadas eram constituídas principalmente por tropas americanas, britânicas e canadianas, mas incluíam também apoio naval, aéreo e terrestre australiano, belga, checo, holandês, francês, grego, neozelandês, norueguês, rodesiano e polaco.
Só nesse dia, morreram em batalha mais de 4.000 militares das forças aliadas, um número trágico ao qual se somariam milhares de mortos, feridos e desaparecidos durante os dias e semanas que se seguiram, no esforço por conquistar e manter uma segunda frente contra a Alemanha de Hitler.
Winston Churchill foi um dos granfes estrategas e líderes por detrás desta operação que mudou a História da Europa. No seu livro, Memórias da II Guerra Mundial, que lhe valeu o Prémio Nobel de Literatura, o primeiro-ministro britânico dá-nos o seu testemunho desta grande operação. E nós deixamos que espreite como esta grande figura do século XX viveu esses dias de conquistas e perdas colossais.
 Memórias da II Guerra Mundial
Excerto de Memórias da II Guerra Mundial – Winston Churchill, Ed. D. Quixote: pág. 832
Excerto de Memórias da II Guerra Mundial – Winston Churchill, Ed. D. Quixote: págs. 834-835
Excerto de Memórias da II Guerra Mundial – Winston Churchill, Ed. D. Quixote: pág. 835
Excerto de Memórias da II Guerra Mundial – Winston Churchill, Ed. D. Quixote: pág. 836
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Winston Churchill Memórias da II GM, p. 838
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Winston Churchill Memórias da II GM, p. 839
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Winston Churchill Memórias da II GM, p. 842

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