Juan Gómez-Jurado: «O êxito de Rainha Vermelha é impressionante, absurdo» [VÍDEO]

Rainha Vermelha já vendeu um milhão de exemplares em Espanha, sete milhões em todo o mundo. Está traduzido em 42 idiomas. 

É aquilo a que se chama um «fenómeno.»
17 de janeiro de 2020
Um thriller madrileno umbilicalmente ligado à cidade, um romance pleno de mistério.
Rainha Vermelha é o bestseller mundial do espanhol Juan Gómez-Jurado que tem como protagonista Antonia Scott, uma personagem muito especial e complexa que mereceu um diário de 80 páginas no qual o autor «desenhou» minuciosamente a sua vida, o bairro onde vive e os lugares que frequenta, as suas relações familiares e sociais, como pensa, como fala, quais são os seus gostos, os seus hábitos, o quanto aprecia um «bocadillo de calamares» e como se apaixonou por Madrid.

Rainha Vermelha é o primeiro volume de uma trilogia, e, até hoje, o único publicado em Portugal com o carimbo editorial da Planeta. Lobo Negro e Rei Branco são as sequelas desta ideia que já leva 12 anos desde que começou a formar-se na cabeça do autor.

Aos 42 anos, Juan Gómez-Jurado abriu-nos a porta a uma entrevista sincera, a partir de sua casa, em Madrid.
E vale cada segundo.

«Na minha vida normal, sou um ser humano normal. Preocupo-me com os meus filhos, faço compras, passeio o cão.
Quando me fecho para escrever, não sou uma pessoa normal. Deito-me às 6h da manhã, levanto-me às 3h da tarde. Passo dias muito difíceis em que não quero falar com ninguém, comunicar com ninguém. Sou insuportável.»
Juan Gómez-Jurado numa entrevista exclusiva à WOOK
«Depois da editora imprimir o meu último manuscrito e dizer que estava pronto para publicar, eu revi-o 55 vezes»

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