Sergio Ramírez: «A literatura tem que ser uma lição de realidade» [VÍDEO]

Sergio Ramírez (Nicarágua, 1942) tem dos mais importantes prémios literários do mundo e uma simplicidade de maneiras só ao alcance de pessoas realmente generosas.

Escreve sempre de janela aberta, mas nunca a pensar nas distinções. Adora os netos e Tchekhov e sonha com o dia em que a democracia triunfe. Ramírez não sabe ser o escritor e o cidadão. Tudo nele é esse fio condutor, uno e indivisível, entre escrita, cultura e pessoa.

Saber do seu percurso e ouvi-lo falar é uma lição de vida, própria não só dos grandes autores, mas, acima de tudo, dos grandes homens. Sem perífrases: foi um privilégio.
SERGIO RAMÍREZ, PRÉMIO CERVANTES 2017, EM ENTREVISTA AO WOOKACONTECE
«Escrever para os prémios parece-me que diminui a qualidade da escrita»
CURIOSIDADES SOBRE O AUTOR
#1 Sergio Ramírez nasceu em 1942, em Masatepe, Nicarágua
#2 Em 1984, foi eleito vice-presidente da Nicarágua apoiando a candidatura de Daniel Ortega, de quem se distanciou, tornando-se num acérrimo crítico do seu regime
#3 Em 2017, tornou-se no primeiro centroamericano a vencer o Prémio Cervantes

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