«As Pessoas do Drama», de H. G. Cancela, vence Grande Prémio da APE

«As Pessoas do Drama», da autoria de Helder Gomes Cancela, é a obra vencedora do Grande Prémio Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE), relativa a 2017.

Entre os finalistas estavam também os escritores José Eduardo Agualusa, Marlene Ferraz, Carla Pais e Luís Cardoso. 
O júri, composto por Isabel Cristina Mateus, Isabel Ponce de Leão, José Carlos Seabra Pereira, José Manuel de Vasconcelos e Paula Mendes Coelho, analisou um total de 72 obras, referentes a 35 chancelas, publicadas em 2017.
Com um valor pecuniário de 15 mil euros, é considerado o mais importante prémio nacional.

Conheça as obras:
Os 5 finalistas do Grande Prémio APE
Os 5 finalistas do Grande Prémio APE
O VENCEDOR
AS PESSOAS DO DRAMA
"À minha frente, um muro". Assim começa o quarto romance de H.G. Cancela. Um narrador sem nome e a sua obsessão por uma atriz, Laura, são o ponto de partida de uma escrita que reflete sobre os limites e sobre a falha.
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FINALISTAS
A SOCIEDADE DOS SONHADORES INVOLUNTÁRIOS
Um jornalista angolano, uma artista plástica moçambicana, um neurocientista brasileiro e um ex-guerrilheiro com um passado obscuro. Quatro personagens unidas pelos sonhos, numa fábula política e satírica que questiona a natureza da realidade e do sonho, num país dominado por um regime totalitário.
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AS FALSAS MEMÓRIAS DE MANOEL LUZ
Passada durante o período do Estado Novo, esta é a história de um homem, Manoel Luz, mas também uma reflexão sobre o papel da memória e a vida que a todo o momento (re)criamos. Um romance de estreia sobre o modo como o tempo molda a nossa biografia.
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MEA CULPA
Carla Pais esteve indigitada para receber o Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís com este romance de estreia. Amadeu Jesus, um homem que nasceu do lado errado da aldeia, é o centro destas histórias trágicas, vítima de uma sociedade que julga e condena o outro.
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PARA ONDE VÃO OS GATOS QUANDO MORREM
A viagem de regresso a Ataúro é o ponto de partida desta parábola bíblica que é também um retorno à infância do protagonista, Ernesto, e às raízes timorenses. Marcado pela solidão e pelo silêncio, este é um percurso iniciático em busca de um lugar no mundo.
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