7 Dicas para destralhar a sua casa e a sua vida
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22 de agosto de 2017
Ruth Soukup é bloguista, mulher, mãe e autora. Há algum tempo organizou através do seu blogue o desafio «31 Dias Sem Tralha»: durante um mês inteiro, as seguidoras do seu blogue receberam desafios diários nos seus e-mails com o objetivo de destralharem a sua casa e a sua vida.
“Mais de 50 mil seguidoras subscreveram o desafio da vida sem tralha nesse mês”, conta Ruth, “cinquenta mil pessoas que queriam encontrar uma maneira de terem menos tralha nas suas vidas” (…) Desde então, milhares de outras pessoas aderiram também ao mesmo desafio, que agora está disponível em livro”.
Organize e Simplifique a Casa, a Mente e a Alma é um testemunho genuíno e honesto que vai ao cerne da questão: como abrir mão, de uma vez por todas, de tudo aquilo que nos aprisiona e não nos faz feliz?
Lê-se na capa do novo livro de Ruth Soukup.“Se puser em prática 30%, já compensou ter comprado este livro”. A pensar nisso, hoje resolvemos destacar algumas das dicas da autora.
“Mais de 50 mil seguidoras subscreveram o desafio da vida sem tralha nesse mês”, conta Ruth, “cinquenta mil pessoas que queriam encontrar uma maneira de terem menos tralha nas suas vidas” (…) Desde então, milhares de outras pessoas aderiram também ao mesmo desafio, que agora está disponível em livro”.
Organize e Simplifique a Casa, a Mente e a Alma é um testemunho genuíno e honesto que vai ao cerne da questão: como abrir mão, de uma vez por todas, de tudo aquilo que nos aprisiona e não nos faz feliz?
Lê-se na capa do novo livro de Ruth Soukup.“Se puser em prática 30%, já compensou ter comprado este livro”. A pensar nisso, hoje resolvemos destacar algumas das dicas da autora.
Diga adeus às almofadas
“Tal como a desarrumação das superfícies, as almofadas, mantas e outros itens acolchoados que deviam ser decorativos acabam por fazer pouco mais do que aumentar o caos. Veja as coisas assim: se as suas almofadas estão constantemente no chão, serão assim tão decorativas?
Eu consigo entender a relutância em livrar-se delas – eu era exatamente igual. Aliás, foi só quando perdi uma aposta com o meu marido, em que o objetivo era deitar fora todas as almofadas dos sofás, que percebi como a nossa sala parecia muito mais arrumada sem elas. Se não se imagina a livrar-se delas de vez, experimente retirá-las durante um mês para ver qual é a sensação.” (página 15 do livro)
Eu consigo entender a relutância em livrar-se delas – eu era exatamente igual. Aliás, foi só quando perdi uma aposta com o meu marido, em que o objetivo era deitar fora todas as almofadas dos sofás, que percebi como a nossa sala parecia muito mais arrumada sem elas. Se não se imagina a livrar-se delas de vez, experimente retirá-las durante um mês para ver qual é a sensação.” (página 15 do livro)
Opte por qualidade e não por quantidade
“Muitas vezes, compramos coisas a mais porque são baratas e estão mesmo à mão, quando devíamos seguir uma abordagem completamente diferente e escolher o valor a longo prazo em vez da poupança a curto prazo. Isto não significa gastar o que nos apetece e só comprar os produtos mais caros, mas, às vezes, pagar um pouco mais por algo que vai durar mais tempo é uma tática mais inteligente. Adotar esta filosofia também significa comprometer-se a comprar coisas bem feitas, com materiais de qualidade. Afinal, é muito melhor investir num produto de qualidade que dure algum tempo do que estar sempre a substituir um produto barato e de má qualidade.” (página 37 do livro)
Os nossos atos têm consequências
"Ensinar aos seus filhos que os atos têm consequências é uma lição que se torna muito concreta quando se trata das coisas deles. Se deixam a luva de basebol preferida lá fora, ela pode apanhar chuva e estragar-se. Se deixam os legos espalhados pelo chão, um dos pais não se importa de os apanhar – e pô-los de lado temporariamente ou, mais drasticamente, deitá-los ao lixo! (É uma ameaça difícil de cumprir). Vou ser franca, é difícil deixar as nossas crianças falharem ou definir-lhe limites disciplinares. Nenhum pai quer ver a sua criança a ter dificuldades ou a magoar-se, mas muitas vezes acabamos por ser cúmplices dos seus comportamentos autodestrutivos ao não deixá-las aprender da maneira difícil – quando elas se recusam a aprender da maneira fácil.” (página 79 do livro)
Desligue-se
“Todos os dias, reserve um tempo sem aparelhos eletrónicos para dar a si mesma uma folga da conetividade permanente. Desligue o telemóvel, desligue o computador, desligue a televisão. Encoraje os restantes membros da família a fazer o mesmo.” (página 102 do livro)
Seja profunda
“Esteja disposta a falar dos temas difíceis, tanto na sua vida como na dos outros. Não permita que amizades intimas caiam na rotina do «está tudo bem e a minha vida é perfeita» através da qual nos tentamos esconder. Seja vulnerável. Deixe que aqueles que gostam de si saibam quais são os seus problemas, o que não está a correr muito bem na sua vida neste momento, e esteja disposta a fazer o mesmo por eles.” (página 161 do livro)
Evite a cafeína depois do meio-dia
“Tendo crescido na costa nordeste, onde um amor incondicional por café é-nos incutido quase desde a nascença, eu podia beber café de manhã, à tarde e à noite, literalmente. Adoro cfé. Infelizmente, esse amor por bebidas cafeinadas tem desvantagens, a maior das quais é o impacto no sono. À semelhança dos ecrãs luminosos, demasiada cafeína perturba o nosso sono, diminuindo o tempo que dormimos e fazendo-nos acordar mais vezes. Até pequenas quantidades de cafeína podem afetar o sono e um estudo de 2012 revelou que a cafeína consumida até seis horas antes de dormir tem o impacto mais negativo. Assim, evitar todo o tipo de bebidas cafeinadas depois da hora de almoço pode ter um grande impacto na qualidade do seu sono.” (página 179 do livro)
Dê a si mesma misericórdia
“Algures pelo caminho, especialmente desde o aparecimento das redes sociais, onde cada uma de nós tem a oportunidade de partilhar a versão mais editada de si mesma, caímos na ilusão de que cada momento de cada dia tem de ser precioso e especial. Existe esta expetativa irrazoável que, como pais, temos de interagir constantemente com os nossos filhos e que, se não o fizermos, estamos a falhar. Mas, e se decidirmos baixar um pouco as expetativas e dermos a nós mesmas um pouco de misericórdia? E se aceitarmos que nem todos os momentos precisam de ser planeados e dignos do Pinterest? E se, às vezes, decidirmos que podemos contentar-nos com o suficiente?” (página 185 do livro)
Se ainda tem dúvidas se este livro é perfeito para si, faça o teste.
Qual é o seu nível de stress?
A escala de stress de Holmes e Rahe foi desenvolvida em 1967 para determinar a probabilidade de alguém na sua vida sofrer de uma doença relacionada com o stress. A escala identifica quarenta e três eventos importantes na vida das pessoas e atribui a cada um deles um valor relativo baseado no stress que podem causar. Para determinar o seu nível de stress olhe para os últimos dois anos da sua vida e calcule o seu valor total com base nos eventos que se aplicam a si.
100 Falecimento de um conjugue
73 Divórcio
65 Problemas no casamento e/ou separação
63 Encarceramento
63 Falecimento de um parente próximo
53 Lesão ou doença do próprio
50 Casamento
47 Ser despedido ou dispensado
45 Reconciliação matrimonial
45 Reforma
44 Alterações na saúde de um parente
40 Gravidez
39 Problemas sexuais
39 Novo membro na família
39 Mudanças de negócios
38 Mudanças financeiras
37 Falecimento de amigo próximo
36 Mudança de emprego ou ocupação
35 Mudança na frequência de discussões
32 Hipoteca pesada
30 Execução de hipoteca ou empréstimo
29 Mudança de responsabilidades no emprego
29 Filho (a) sai de casa
29 Problemas com sogros
28 Sucesso pessoal notável
26 Cônjuge começa ou para de trabalhar
26 Início ou fim das aulas
25 Mudança nas condições de vida
24 Revisão de hábitos pessoais
23 Problemas com o patrão
20 Mudança de hábitos ou condições de trabalho
20 Mudanças na residência
20 Mudanças na escola
19 Mudanças em atividades de lazer
19 Mudanças em atividades religiosas
18 Mudanças em atividades sociais
17 Hipoteca ou empréstimo ligeiro
16 Mudança nos hábitos de sono
15 Mudança no número de reuniões familiares
15 Mudança nos hábitos alimentares
13 Férias
12 Feriado importante
11 Pequena violação da lei
100 Falecimento de um conjugue
73 Divórcio
65 Problemas no casamento e/ou separação
63 Encarceramento
63 Falecimento de um parente próximo
53 Lesão ou doença do próprio
50 Casamento
47 Ser despedido ou dispensado
45 Reconciliação matrimonial
45 Reforma
44 Alterações na saúde de um parente
40 Gravidez
39 Problemas sexuais
39 Novo membro na família
39 Mudanças de negócios
38 Mudanças financeiras
37 Falecimento de amigo próximo
36 Mudança de emprego ou ocupação
35 Mudança na frequência de discussões
32 Hipoteca pesada
30 Execução de hipoteca ou empréstimo
29 Mudança de responsabilidades no emprego
29 Filho (a) sai de casa
29 Problemas com sogros
28 Sucesso pessoal notável
26 Cônjuge começa ou para de trabalhar
26 Início ou fim das aulas
25 Mudança nas condições de vida
24 Revisão de hábitos pessoais
23 Problemas com o patrão
20 Mudança de hábitos ou condições de trabalho
20 Mudanças na residência
20 Mudanças na escola
19 Mudanças em atividades de lazer
19 Mudanças em atividades religiosas
18 Mudanças em atividades sociais
17 Hipoteca ou empréstimo ligeiro
16 Mudança nos hábitos de sono
15 Mudança no número de reuniões familiares
15 Mudança nos hábitos alimentares
13 Férias
12 Feriado importante
11 Pequena violação da lei
Esta escala de stress é um excerto do livro Organize e Simplifique a Casa, a Mente e a Alma, de Ruth Soukup.
Agora que já conhece o seu nível de stress, está na hora de juntar-se à Ruth nesta viagem e começar a destralhar uma casa cheia de coisas, uma agenda descontrolada e uma alma aprisionada. Vamos lá?