6 livros para quem o tamanho não é tudo

8 de fevereiro de 2018
Se não resiste a um bom livro e as suas estantes já se queixam da falta de espaço, esta semana reunimos 6 grandes livros em que o tamanho é o que menos importa! Entre um romance que expõe as fragilidades humanas, contos que nos fazem voltar a locais onde fomos felizes, reflexões sobre a sociedade atual ou uma fábula original e bem-humorada, caro leitor, delicie-se!
Seis livros para quem o tamanho não é tudo
Seis livros para quem o tamanho não é tudo
SONO
Bastaria dizer Murakami para que a expectativa do leitor aumentasse. Mas há mais. Sono é um conto para ler sem pausas enquanto disfruta das ilustrações que acompanham a história da mulher que torna as suas noites mais interessantes e perigosas que os dias. «Há dezassete dias que não durmo.» lê-se numa das 96 páginas deste livro.
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1933 FOI UM ANO MAU
1933 Foi Um Mau Ano enche-se de simplicidade e humanidade pela história dos seus protagonistas. Dominic é filho de um pedreiro austero dado a aventuras extraconjugais e de uma mãe religiosa que julga ver a Virgem Maria no galinheiro. Sonha ser jogador de basebol e está convencido de que o seu “Braço" é a máquina que lhe trará a liberdade. Mas Dominic é também um jovem dividido, obrigado a fazer escolhas.
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OS DA MINHA RUA
Se acha que este é apenas um livro para criança, então está mesmo a precisar de o ler. Uma ode à imaginação, Ondjaki celebra a infância feliz e leva-nos a embarcar numa viagem que vai oscilando entre o real e a memória de uma rua que simboliza a descoberta, alegria, tristeza e amizade.
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MORRESTE-ME
São 60 páginas que colocam em texto os sentimentos de José Luís Peixoto sobre a morte. Um relato sobre o luto, que é ao mesmo tempo uma homenagem ao pai e a obra que deu a conhecer o autor.
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A SOCIEDADE DO CANSAÇO
Qualquer época tem as suas doenças características. O século XXI, do ponto de vista patológico, será sobretudo neuronal. A depressão, as perturbações de atenção devidas à hiperatividade e a síndrome do desgaste profissional definem o panorama atual de uma sociedade ocidental cada vez mais absolvida pelo cansaço.
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QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO?
Dois ratinhos e dois pequenos seres humanos vivem num labirinto e procuram queijo, aquilo que os faz feliz. Até que um belo dia, o queijo desaparece… Com uma fábula simples e criativa, Spencer Johnson prepara o leitor para a mudança pessoal ou profissional, pois até o que parece seguro e fundamental se pode tornar obsoleto.
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