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Aquele Natal Inteiro e Limpo

de José Gardeazabal; Ilustração: Susana Matos
Editor: Kalandraka, novembro de 2023 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Uma neta interroga o avô sobre o Natal, mas ele, perdido no labirinto da sua memória, começa a falar-lhe do fulgor de um Natal de há cinquenta anos, de um primeiro Natal, inteiro e limpo, em que os soldados e o povo saíram à rua e o dia foi de festa e flores... Apesar de estranhar a descrição desse dia, que mais se assemelha a uma revolução, a protagonista decide acreditar no avô: era Natal!

Com ilustrações nostálgicas e copiosamente detalhadas, esta é a história de uma família portuguesa e do seu Natal ‘revolucionário’, mas é também uma história coletiva, que Gardeazabal celebra aqui, através de uma narrativa sensível e plena de respeito pelo nosso passado e pelas figuras mais velhas que o mantêm vivo.

Em suma, uma subtil homenagem aos 50 anos da Revolução dos Cravos, a comemorar em 2024, e uma refinada evocação às reconhecidas palavras de Sophia Andresen: "Esta é a madrugada que eu esperava / O dia inicial inteiro e limpo..."

Aquele Natal Inteiro e Limpo

de José Gardeazabal; Ilustração: Susana Matos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897491788
Editor: Kalandraka
Data de Lançamento: novembro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 165 x 246 x 9 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Coleção: Kalandraka+
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 12-14 anos > Literatura
EAN: 9789897491788
Idade Mínima Recomendada: Maiores de 8

SOBRE O AUTOR

José Gardeazabal

José Gardeazabal nasceu em Lisboa, em 1966. O seu primeiro livro de poesia, história do século vinte (2015), foi distinguido com o Prémio INCM/Vasco Graça Moura. Publicou, na Companhia das Letras, os romances Meio homem metade baleia (2018, finalista do Prémio Oceanos), A melhor máquina viva (2020, primeiro volume da «Trilogia dos Pares»; finalista dos prémios Fernando Namora, Correntes d’Escritas e Sociedade Portuguesa de Autores; um dos livros do ano para os jornais Expresso e Público), Quarentena — Uma história de amor (2021, finalista do Prémio Oceanos), Quando éramos peixes (2022, segundo volume da «Trilogia dos Pares»; finalista do Prémio Correntes d’Escritas), A mãe e o crocodilo (2023) e Origami (2024).

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