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Hotel Vermelho eBook

A História Inédita Da Guerra De Desinformação De Estaline

de Alan Philps
Livro eBook
Editor: Vogais, outubro de 2024 ‧
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Em 1941, o exército alemão marchava em direção a Moscovo, antecipando-se a iminente queda da União Soviética. No entanto, tal nunca chegou a acontecer e, em 1945, um Estaline triunfante assumia o papel do transformador de um país pobre numa superpotência vitoriosa. Ao longo desses quatro anos de guerra, por insistência de Churchill, Estaline aceitou que um grupo de jornalistas americanos e ingleses ficasse em Moscovo para cobrir a guerra na Frente Oriental.

Hotel Vermelho, da autoria do jornalista Alan Philps, dá a conhecer a gaiola dourada que era o Hotel Metropol, onde o caviar não faltava e jovens mulheres serviam como tradutoras e companheiras de cama, mas também onde a intriga reinava: enquanto algumas tradutoras fizeram dos jornalistas meros transmissores da propaganda do Kremlin, outras eram dissidentes secretas que revelavam a dura realidade da vida soviética.

Com recurso a informação inédita, o papel único das mulheres do Metropol é contado aqui pela primeira vez. Num claro sinal de que tudo se repete, a história do Metropol reflete as lutas da nossa era moderna, com o uso da desinformação como arma de guerra, a falsificação da história e a neutralização de Estados independentes.

Hotel Vermelho

A História Inédita Da Guerra De Desinformação De Estaline

de Alan Philps

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895834327
Editor: Vogais
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português
Páginas: 432
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > História > História da Europa
EAN: 9789895834327
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Excelente livro

Carla Vieira

Este livro ajuda-nos a compreender como a estratégia Russia se mantém atual passados 90 anos. As aparências que transmitem para estrangeiros, a realidade da vida do povo russo, a desinformação. Um excelente livro que se inicia e não queremos parar.

A eficácia da propaganda russa

João Manuel Lagarto de Brito

A propaganda comunista a guerra de desinformação de Stalin era (é, com outra roupagem), uma das muitas formas da União Soviética controlar os seus cidadãos. Nas sociedades com alta predominância de censura, a propaganda omnipresente é muito eficiente. "A imprensa é a arma mais poderosa no nosso Partido.", afirmava Hotel Vermelho, livro muito bem escrito, relata-nos o período de 1945, em que Stalin triunfa e assume o papel do transformador de um país pobre e pouco desenvolvido numa superpotência vitoriosa. Ao longo dos quatro anos de guerra, 1941-1945, por insistência de Churchill, Stalin aceitou que um grupo de jornalistas americanos e ingleses ficasse em Moscovo para cobrir a guerra na Frente Oriental. O jornalista Alan Philps, dá a conhecer, neste seu livro, a gaiola dourada que foi o Hotel Metropol, onde o caviar não faltava e jovens mulheres serviam como tradutoras e companheiras de cama., mas também onde a intriga reinava: Enquanto algumas tradutoras fizeram dos jornalistas meros transmissores da propaganda do Kremlin, outras eram dissidentes secretas que revelavam a dura realidade da vida soviética. A história do Metropol reflete como o uso da desinformação, como arma de guerra, a falsificação, a alteração de dados históricos e a neutralização de Estados independentes, como a história se pode repetir. A "Operação Militar Especial na Ucrânia" é bem o testemunho atual de que: “A Rússia teve sempre as melhores histórias, aquelas em que o sangue é mais sanguíneo, a escuridão é muito mais profunda e o heroísmo muito mais brilhante”. Mark Galeotti

SOBRE O AUTOR

Alan Philps

Alan Philps entrou como estagiário para a agência Reuters em 1978, tendo trabalhado em Moscovo até 1980. Regressou em 1985, durante a era Gorbachev e Yeltsin, tendo sido expulso em setembro do mesmo ano, em retaliação pela expulsão do Reino Unido, por parte do governo de Margaret Thatcher, de vinte e cinco alegados espiões soviéticos. Voltou à Rússia como o correspondente em Moscovo do Daily Telegraph, entre 1994 e 1998, seguindo depois para Jerusalém, onde trabalhou como correspondente para o Médio Oriente, voltando a Londres em 2003, para ser o editor internacional do Daily Telegraph.
Fluente em russo, escreveu também o livro The Boy from Baby House 10, que aborda a questão das crianças russas abandonadas e a adoção internacional. Manteve, desde sempre, uma ligação especial com o Hotel Metropol, onde ficou alojado por diversas vezes.

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