Hotel Vermelho
A história inédita da Guerra de Desinformação de Estaline
SINOPSE
Hotel Vermelho, da autoria do jornalista Alan Philps, dá a conhecer a gaiola dourada que era o Hotel Metropol, onde o caviar não faltava e jovens mulheres serviam como tradutoras e companheiras de cama, mas também onde a intriga reinava: enquanto algumas tradutoras fizeram dos jornalistas meros transmissores da propaganda do Kremlin, outras eram dissidentes secretas que revelavam a dura realidade da vida soviética.
Com recurso a informação inédita, o papel único das mulheres do Metropol é contado aqui pela primeira vez. Num claro sinal de que tudo se repete, a história do Metropol reflete as lutas da nossa era moderna, com o uso da desinformação como arma de guerra, a falsificação da história e a neutralização de Estados independentes.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Um relato de intriga e opressão.»
The New York Times
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897875823 |
| Editor: | Vogais |
| Data de Lançamento: | outubro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 156 x 231 x 29 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 432 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História em Geral
|
| EAN: | 9789897875823 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Excelente livro
Carla Vieira
Este livro ajuda-nos a compreender como a estratégia Russia se mantém atual passados 90 anos. As aparências que transmitem para estrangeiros, a realidade da vida do povo russo, a desinformação. Um excelente livro que se inicia e não queremos parar.
A eficácia da propaganda russa
João Manuel Lagarto de Brito
A propaganda comunista a guerra de desinformação de Stalin era (é, com outra roupagem), uma das muitas formas da União Soviética controlar os seus cidadãos. Nas sociedades com alta predominância de censura, a propaganda omnipresente é muito eficiente. "A imprensa é a arma mais poderosa no nosso Partido.", afirmava Hotel Vermelho, livro muito bem escrito, relata-nos o período de 1945, em que Stalin triunfa e assume o papel do transformador de um país pobre e pouco desenvolvido numa superpotência vitoriosa. Ao longo dos quatro anos de guerra, 1941-1945, por insistência de Churchill, Stalin aceitou que um grupo de jornalistas americanos e ingleses ficasse em Moscovo para cobrir a guerra na Frente Oriental. O jornalista Alan Philps, dá a conhecer, neste seu livro, a gaiola dourada que foi o Hotel Metropol, onde o caviar não faltava e jovens mulheres serviam como tradutoras e companheiras de cama., mas também onde a intriga reinava: Enquanto algumas tradutoras fizeram dos jornalistas meros transmissores da propaganda do Kremlin, outras eram dissidentes secretas que revelavam a dura realidade da vida soviética. A história do Metropol reflete como o uso da desinformação, como arma de guerra, a falsificação, a alteração de dados históricos e a neutralização de Estados independentes, como a história se pode repetir. A "Operação Militar Especial na Ucrânia" é bem o testemunho atual de que: “A Rússia teve sempre as melhores histórias, aquelas em que o sangue é mais sanguíneo, a escuridão é muito mais profunda e o heroísmo muito mais brilhante”. Mark Galeotti
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