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Winepunk 2
Ano 2 - A república contra-ataca
Editor:
Editorial Divergência, novembro de 2024 ‧
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SINOPSE
E se a guerra entre a Monarquia do Norte e a República Portuguesa tivesse durado não três semanas, entre 19 de Janeiro e 13 de Fevereiro de 1919, mas três anos?
Três anos é muito tempo, e em contexto bélico o tempo adquire ainda maior extensão, acelerando fenómenos sociais, culturais e tecnológicos e catalisando mudanças no mundo. Um mundo desbragado e radical, enquanto a pandemia da gripe, de 1918 a 1920, dizimava milhões de pessoas mundialmente, onde os traumas e destruição da Grande Guerra afectavam cada pedaço do continente europeu, e através dele o resto do mundo.
Em que as migrações desafiavam medos e esperanças, com leis a serem ajustadas, bem e mal, por todo o lados, e em que a desinformação ameaçava a democracia, começando essa ameaça a ser identificada e referida nos discursos políticos, como o do Presidente dos Estados Unidos da América, Woodrow Wilson, em 1915.
Nesse mundo, que tem tanto em comum com o actual, uma guerra civil imaginada vai alastrar por toda a Península Ibérica (com a Galiza a juntar-se à Monarquia do Norte, e Madrid a alinhar com a República de Lisboa), provocando uma divisão entre aliados e adversários que ainda há pouco se enfrentavam noutras trincheiras. E como trunfo escondido, o Norte recorre ao vinho do Porto como biocombustível, alterando a tecnologia como conhecemos.
Winepunk, um mundo movido a vinho. O vinho nunca mais saberá ao mesmo.
Na segunda das três antologias Winepunk planeadas, uma por cada ano dessa guerra imaginada, os contos mostram agora a perspectiva do Sul. A segunda antologia é a antologia do meio, e estar no meio é também estar no lugar onde já não se tem ilusões.
Mas elas persistem, porque somos humanos.
Três anos é muito tempo, e em contexto bélico o tempo adquire ainda maior extensão, acelerando fenómenos sociais, culturais e tecnológicos e catalisando mudanças no mundo. Um mundo desbragado e radical, enquanto a pandemia da gripe, de 1918 a 1920, dizimava milhões de pessoas mundialmente, onde os traumas e destruição da Grande Guerra afectavam cada pedaço do continente europeu, e através dele o resto do mundo.
Em que as migrações desafiavam medos e esperanças, com leis a serem ajustadas, bem e mal, por todo o lados, e em que a desinformação ameaçava a democracia, começando essa ameaça a ser identificada e referida nos discursos políticos, como o do Presidente dos Estados Unidos da América, Woodrow Wilson, em 1915.
Nesse mundo, que tem tanto em comum com o actual, uma guerra civil imaginada vai alastrar por toda a Península Ibérica (com a Galiza a juntar-se à Monarquia do Norte, e Madrid a alinhar com a República de Lisboa), provocando uma divisão entre aliados e adversários que ainda há pouco se enfrentavam noutras trincheiras. E como trunfo escondido, o Norte recorre ao vinho do Porto como biocombustível, alterando a tecnologia como conhecemos.
Winepunk, um mundo movido a vinho. O vinho nunca mais saberá ao mesmo.
Na segunda das três antologias Winepunk planeadas, uma por cada ano dessa guerra imaginada, os contos mostram agora a perspectiva do Sul. A segunda antologia é a antologia do meio, e estar no meio é também estar no lugar onde já não se tem ilusões.
Mas elas persistem, porque somos humanos.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899166844 |
| Editor: | Editorial Divergência |
| Data de Lançamento: | novembro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 230 x 15 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 236 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Contos
|
| EAN: | 9789899166844 |
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