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Whites Can Dance Too

de Kalaf Epalanga
Editor: Faber & Faber, julho de 2025 ‧
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An exhilarating debut novel told through three different voices, Whites Can Dance Too is Kalaf Epalanga’s reflection on and celebration of the music of his homeland, the intertwining of cultural roots, and freedom and love.

‘Fizzes with energy.’ GUARDIAN
‘Insistent and propulsive and unforgettable.’ MAAZA MENGISTE
‘A hugely original, lyrical odyssey.’ JOHNY PITTS

Hours before performing at one of Europe’s most iconic music festivals, Kalaf is detained on suspicion of being an illegal immigrant. Trapped in his precarity, his thoughts soon strum to the beat of kuduro, the blistering, techno-infused Angolan music which has taken him from Luanda to Kristiansund, Beirut to Lisbon. Shifting between his reflections while incarcerated, the stories of a friend at the heart of Lisbon’s dance scene and those of the immigration policeman who holds Kalaf’s fate in his hands, Whites Can Dance Too is at once an exhilarating novel and a transporting paean to cultural roots, to freedom and to love.

Whites Can Dance Too

de Kalaf Epalanga

Propriedade Descrição
ISBN: 9780571371440
Editor: Faber & Faber
Data de Lançamento: julho de 2025
Dimensões: 129 x 199 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Arte > Música
EAN: 9780571371440

SOBRE O AUTOR

Kalaf Epalanga

Músico, cronista e editor discográfico. Nasceu em Benguela, em fevereiro de 1978, cresceu numa família de funcionários públicos, com ligações a vila da Catumbela, lugar que visita com regularidade, na tentativa de traçar um mapa afetivo com as pessoas e lugares que habitam a sua memória. Na segunda metade dos anos 90 mudou-se para Lisboa, com o objetivo de obter a melhor formação académica possível e regressar a Angola. No entanto esses dois desejos sofreram um desvio quando se viu sem as rédeas familiares e um mundo novo a revelar-se diante de si. Mergulhou, aprendeu com quantos baldes de cimento se faz uma parede, e qual o ponto de cozedura do arroz para sushi. Aprendeu a ouvir Jazz e a apreciar arte e design tão intensamente, a apreciar que o regresso a Angola ficou adiado por tempo indeterminado.
A aventura poética iniciou-se nos finais de 1998, numa altura em que Lisboa ensaiava novas linguagens rítmicas, buscando novos caminhos para a música urbana feita em português - multiplicou-se em colaborações, criando cumplicidades artísticas com Sara Tavares, Sam The Kid, Type, Nuno Artur Silva, entre outros, e, em 2003, juntou-se ao produtor João Barbosa, formaram o duo 1 Uik Project e fundaram a Enchufada, núcleo de produção musical, editora independente responsável pela edição do projeto Buraka Som Sistema, e com estes partiu para o mundo.

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