También Los Blancos Saben Bailar

de Kalaf Epalanga
idioma: espanhol
Editor: Ediciones Temas de Hoy, março de 2020 ‧
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¿Qué hace un negro sin pasaporte tratando de entrar a Noruega? Es lo que le preguntaron al músico angoleño Kalaf Epalanga cuando de camino a un importante festival de música la policía lo detuvo y lo llevó al calabozo. El miedo siempre nos conduce a casa, así que en la soledad de la celda, nuestro protagonista y autor decide explicarle a esos oficiales altísimos y rubísimos que el corazón de África es también el corazón de Europa y que el ritmo melifluo de la kizomba tiene las mismas pulsaciones que las de un enamorado. Entonces la historia se abre en dos y conocemos a nuevos personajes: Sofía y Quito, que bailan y sudan por las calles de Lisboa; y Viking y Ava, un noruego y una libanesa que buscan aceptación bajo el cielo oscuro de Oslo.áTambién los blancos saben bailar es una novela musical porque se lee y se bambolea y habla sobre aquello que nos une. A ratos lección amarga de la historia de los oprimidos, a veces cruce de sensualidad y ternura entre personajes tan, pero tan distintos que no pueden hacer otra cosa que enamorarse.

También Los Blancos Saben Bailar

de Kalaf Epalanga

Propriedade Descrição
ISBN: 9788499987903
Editor: Ediciones Temas de Hoy
Data de Lançamento: março de 2020
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 272
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Música
EAN: 9788499987903

SOBRE O AUTOR

Kalaf Epalanga

Músico, cronista e editor discográfico. Nasceu em Benguela, em fevereiro de 1978, cresceu numa família de funcionários públicos, com ligações a vila da Catumbela, lugar que visita com regularidade, na tentativa de traçar um mapa afetivo com as pessoas e lugares que habitam a sua memória. Na segunda metade dos anos 90 mudou-se para Lisboa, com o objetivo de obter a melhor formação académica possível e regressar a Angola. No entanto esses dois desejos sofreram um desvio quando se viu sem as rédeas familiares e um mundo novo a revelar-se diante de si. Mergulhou, aprendeu com quantos baldes de cimento se faz uma parede, e qual o ponto de cozedura do arroz para sushi. Aprendeu a ouvir Jazz e a apreciar arte e design tão intensamente, a apreciar que o regresso a Angola ficou adiado por tempo indeterminado.
A aventura poética iniciou-se nos finais de 1998, numa altura em que Lisboa ensaiava novas linguagens rítmicas, buscando novos caminhos para a música urbana feita em português - multiplicou-se em colaborações, criando cumplicidades artísticas com Sara Tavares, Sam The Kid, Type, Nuno Artur Silva, entre outros, e, em 2003, juntou-se ao produtor João Barbosa, formaram o duo 1 Uik Project e fundaram a Enchufada, núcleo de produção musical, editora independente responsável pela edição do projeto Buraka Som Sistema, e com estes partiu para o mundo.

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