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Vivir Es Resistir

de Jorge Semprún
idioma: espanhol
Editor: Tusquets Editores S.A., Janeiro de 2026 ‧
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La cultura como forma de resistencia ante la crisis de la humanidadEn marzo de 2002, Jorge Semprún impartió tres conferencias en la Bibliothèque Nationale de París, dedicadas respectivamente a tres grandes intelectuales europeos: el filósofo Edmund Husserl, el historiador Marc Bloch y el escritor George Orwell. En estas magistrales intervenciones, Semprún nos retrotrae a las turbulencias culturales, sociales y políticas que Europa vivió en los años treinta y, como hicieron en su momento los autores mencionados, defiende que solo apoyándonos en la razón crítica y en la fe en los valores democráticos nuestro continente podrá salir del laberinto en que parece haberse adentrado en el siglo xxi.Este volumen incluye, además, el emotivo discurso que Jorge Semprún pronunció en la Appelplatz de Buchenwald, con motivo del sesenta y cinco aniversario de la liberación de aquel campo de concentración. Tras ese discurso, y a lo largo de varios meses, Semprún mantuvo iluminadores diálogos con su amigo el cineasta francés Franck Appréderis, en los que desgrana los hitos de su azarosa existencia. Publicadas póstumamente, y con un prefacio de Bernard Pivot, estas conversaciones son el último y lúcido retrato de uno de los mayores intelectuales europeos del siglo xx.

Vivir Es Resistir

de Jorge Semprún

Propriedade Descrição
ISBN: 9788411077101
Editor: Tusquets Editores S.A.
Data de Lançamento: Janeiro de 2026
Idioma: Espanhol
Dimensões: 148 x 225 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 224
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788411077101

SOBRE O AUTOR

Jorge Semprún

Jorge Semprún nasceu em Madrid a 10 de dezembro 1923. Exilado em França em fevereiro de 1939, licenciou-se em Filosofia na Sorbonne. Em 1942, ingressou no Partido Comunista e participou na resistência antinazi. Detido em setembro de 1943, foi deportado para Buchenwald, de onde só saiu em 1945. Entre 1953 e 1954, foi militante e depois dirigente do Partido Comunista espanhol, sob o pseudónimo Federicio Sánchez. Foi ministro da Cultura no governo socialista de Felipe Gonzáles entre 1988 e 1991.
A sua produção narrativa compreende, para além de Veinte Años y Un Día , (vencedor do Prémio Fundação José Manuel Lara Hernández), as obras El Desvanecimiento, La Segunda Muerte de Ramón Mercader (que obteve o Prémio Femina), Autobiografia de Federico Sánchez (Prémio Planeta), Aquel Domingo…, La Algarabía, La Montaña Blanca, Netchaiev Ha Vuelto e O Adeus de Federico Sánchez, fruto da experiência do seu regresso a Espanha na qualidade de ministro da Cultura.
É autor da adaptação francesa para teatro de El Vicario, de Rolf Hochhuth, dos guiões cinematográficos de La Guerre est Finie e Stavisky, para Alain Resnais, Z, La Confesión e Section Spéciale, para Costa-Gavras e Las Rutas del Sur, para Joseph Losey, entre outros.
São notáveis também os seus ensaios A Escrita ou a Vida e Adiós Luz de Veranos. Jorge Semprún é um escritor singular que se move com facilidade entre a autobiografia e o romance e que, apesar da sua nacionalidade espanhola, surpreende escrevendo em francês. A sua experiência no campo de concentração de Buchenwald marcou o carácter de toda a sua obra, onde se desenvolve a sua experiência na II Guerra Mundial, os seus trabalhos para a resistência, o seu recrutamento nos campos e a sua rejeição do estalinismo.

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