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Viva

de E. E. Cummings
idioma: espanhol
Editor: EL SASTRE DE APOLLINAIRE, novembro de 2022 ‧
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Publicado por vez primera en 1931, ViVa recoge algunas de las piezas experimentales más reconocibles y significativas de E. E. Cummings, como «i sing of Olaf glad and big», desafío antimilitarista y apología de la insumisión que le costó problemas con la censura en el Reino Unido e Italia; «if there are any heavens my mother will(all by herself)have», memorable elegía a la pérdida de sus padres; o «somewhere i have never travelled,gladly beyond», poema que hizo popular el actor Michael Caine en la película de Woody Allen Hannah y sus hermanas, con su ya mítico verso final: «nobody,not even the rain,has such small hands».ViVa: una de las grandes obras (publicada de forma íntegra por primera vez en España) de uno de los grandes poetas de culto del siglo XX.

Viva

de E. E. Cummings

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412534283
Editor: EL SASTRE DE APOLLINAIRE
Data de Lançamento: novembro de 2022
Idioma: Espanhol
Dimensões: 170 x 237 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 186
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788412534283

SOBRE O AUTOR

E. E. Cummings

Edward Estlin Cummings nasceu a 14 de outubro de 1894 em Cambridge, Massachusetts. Foi poeta, artista plástico, ensaísta e dramaturgo, sendo considerado um dos principais poetas modernistas da língua inglesa. Formado na Universidade de Harvard em 1916, seguiu no ano seguinte para França, servindo na Primeira Guerra Mundial como condutor de ambulâncias. Acusado de traição, foi preso durante três meses e dessa experiência nasceu a sua primeira obra publicada, O Quarto Enorme (1922). Um vanguardista no uso da linguagem, lançaria ao longo da vida mais de duas dezenas de títulos, de que se destacam os livros de poesia Tulips and Chimneys (1923) e XLI Poems and & (1925), a peça Him (1927) e o volume de ensaios i:six nonlectures (1953, traduzido em Portugal com o título eu:seis inconferências). Recebeu, entre outras distinções, o Prémio Bollingen de Poesia em 1958. Faleceu a 3 de setembro de 1962.

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