SINOPSE
Perante o silêncio e a hipocrisia que se instalaram tanto no Médio Oriente quanto no Ocidente, levanta-se a voz de um dos maiores poetas e pensadores do mundo árabe, Adonis, que, num conjunto de entrevistas dedicadas à temática da violência como elemento constitutivo do islão, reflete sobre a necessidade urgente de uma releitura e debate livres no seio da sociedade árabe, um novo tempo que do passado apenas invoque a luta pelo direito à diversidade e que condene o confronto. Um tempo de reconciliação.
«Descobri que toda a nossa história estava falseada, que ela fora inventada, e que aqueles que tinham criado a civilização árabe e a sua grandeza foram banidos, condenados, rejeitados, encarcerados e até crucificados. É necessário voltar a ler essa civilização de um modo diferente: com um novo olhar e com uma nova humanidade.»
Adonis
«A minha esperança é que o Estado Islâmico seja o último estertor desse islão. Como uma vela que, nos seus últimos instantes, tem um sobressalto antes de se extinguir.»
Adonis
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Uma das vozes maiores da cultura árabe reflecte, neste livro contundente, sobre as origens da violência do Islão, a repressão das mulheres e o previsível fracasso da Primavera Árabe.»
Fernando Sobral, Jornal de Negócios
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-04823-3 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | setembro de 2016 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 235 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 192 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política em Geral
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| EAN: | 978972004823310 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Para pensar
AFerreira
Em jeito de entrevista começando na Primavera Árabe, no fracasso enquanto mudança pacifica até aos dias de hoje, questionando um Islão obscuro, onde impera a ignorância e o preconceito para que este não seja questionado e levando os seus fiéis a extremismos que eles mesmos não questionam. Mas até que ponto nós que somos o Ocidente, que temos instrução somos assim tão diferentes? Não haverá vantagem politica de ambos os lados que o Islão assim mantenha alguns fiéis? Ignorantes e obedientes cegamente? Que vantagens politico-económicas o Ocidente obtém? Estará a nossa opinião a ser manipulada também em relação ao Islão? É essa a questão a ser respondida para que se possa avançar para a concórdia, para a aceitação das diferenças e para o respeito pela vida humana.
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