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Vidro, Ironia e Deus

de Anne Carson
Editor: não (edições), novembro de 2021 ‧
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A poesia de Anne Carson tem sido caracterizada pelos críticos como ensaios, pequenas palestras ou narrativas em verso numa voz singular.

Com o livro Vidro, Ironia e Deus a autora entretece diversos fios poéticos, antigos e contemporâneos, num conjunto de seis textos: cinco longos poemas e um ensaio final em prosa.

Aqui se incluem O Ensaio de Vidro, sobre o fim de um amor contado a partir de leituras de Emily Brontë, Homens da TV, onde Heitor de Tróia, Artaud e Safo, entre outros, figuram como personagens televisivas, ou A Queda de Roma, a propósito de uma viagem de Carson para descobrir a cidade e a sua tentativa de ultrapassar a terrível alienação que aí sentiu.

Vidro, Ironia e Deus

de Anne Carson

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895470884
Editor: não (edições)
Data de Lançamento: novembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 143 x 202 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Coleção: Traditore
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789895470884

SOBRE O AUTOR

Anne Carson

Anne Carson (21 de junho de 1950) é uma poeta, ensaísta, tradutora e professora de clássicos canadiana. Carson viveu em Montreal vários anos e lecionou na Universidade McGill, na Universidade de Michigan e na Universidade de Princeton, de 1980 a 1987. Foi bolsista do Guggenheim em 1998 e, em 2000, recebeu uma bolsa da MacArthur. Também ganhou um prémio literário Lannan.Em 1986, Carson publicou o seu primeiro livro, Eros the Bittersweet. Nomeado um dos 100 melhores livros de não-ficção de todos os tempos pela Biblioteca Moderna, o livro traça o conceito de "eros" na Grécia antiga através das suas representações na poesia da época. Carson considera seriamente como os desejos triangulares e miméticos foram representados na poesia de Safo, bem como a relação de Eros com a solidão. Famosamente, Carson analisa o Fragmento 31 de Safo como representando "eros como adiado, desafiado, obstruído, com fome, organizado em torno de uma ausência radiante - para representar eros como falta".

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