SINOPSE
Nenhuma cor se compara ao vermelho; é a cor arquetípica, a primeira a ser dominada e reproduzida pela humanidade em pinturas parietais e adornos corporais.
Vinculado ao fogo e ao sangue desde épocas remotas, o vermelho desdobra-se num labirinto cromático particularmente fecundo e ambivalente: cor do Graal e do amor nos romances de cavalaria, cor do Capuchinho Vermelho, será também a cor dos proscritos, das forças do mal, indiciando perigos e interdições.
Marginalizado por Newton e renegado pela Reforma protestante, o vermelho perde o seu estatuto de primeira cor e torna-se demasiado vistoso, e até imoral.
Permanecerá, no entanto, como a cor do erotismo, da alegria e da revolução.
Vinculado ao fogo e ao sangue desde épocas remotas, o vermelho desdobra-se num labirinto cromático particularmente fecundo e ambivalente: cor do Graal e do amor nos romances de cavalaria, cor do Capuchinho Vermelho, será também a cor dos proscritos, das forças do mal, indiciando perigos e interdições.
Marginalizado por Newton e renegado pela Reforma protestante, o vermelho perde o seu estatuto de primeira cor e torna-se demasiado vistoso, e até imoral.
Permanecerá, no entanto, como a cor do erotismo, da alegria e da revolução.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898868657 |
| Editor: | Orfeu Negro |
| Data de Lançamento: | outubro de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 128 x 181 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 288 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
História da Arte
|
| EAN: | 9789898868657 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Vermelho
Nuno Redondo
É um livro de capa vermelha. É um livro impresso nessa cor, o que é muito raro. Mais estranho ainda é que o autor consiga contar, de modo atrativo, a história de uma cor, desde o Paleolítico ao século XXI.
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