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Velocidad Moderna

de Blutch
idioma: espanhol
Editor: Ediciones La Cupula, agosto de 2010 ‧
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La historia que vais a leer está basada en hechos reales. Los acontecimientos descritos se narran tal como sucedieron en la vida real. Una tarde Renée aborda a Lola y propone a la joven bailarina que sea el personaje principal deuna novela que piensa escribir. Lola recela pero acepta. A partir del día siguiente entran en acción un padre ausente que aparece regularmente de lanada; un hombre locamente enamorado, monomaníaco y psicópata; Omar Sharif y una araña enorme. Todo con el telón de fondo de un corte general de la electricidad, un programa de danza muyexigente y una inundación histórica. Un relato único, surrealista y fantasmagórico.

Velocidad Moderna

de Blutch

Propriedade Descrição
ISBN: 9788478339136
Editor: Ediciones La Cupula
Data de Lançamento: agosto de 2010
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 116
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Banda Desenhada > Novela Gráfica
EAN: 9788478339136

SOBRE O AUTOR

Blutch

Christian Hincker, conhecido por Blutch, nasceu em Estrasburgo em 1967, tendo-se formado na sua cidade natal em artes decorativas. Publicou as suas primeiras bandas desenhadas em revistas como a Fluide glacial, Lapin, e na revista (A Suivre). depois de alguns álbuns soltos, Blutch irá emancipar-se do registo humorístico ao adaptar o Satyricon, de Petronius. Seguem-se vários álbuns com temas muito variados, desde o registo autobiográfico, como Le Petit Christian, no qual retratou as memórias da sua infância na Alsácia, até ao western, com Rancho Bravo (com argumento de Jean-Louis Capron). Em 2000, o seu livro Blatch é premiado com o Alph-Art Humor no festival de Angoulême, e dois anos depois será Vitesse moderne a ganhar o prémio internacional Töpffer, atribuído pela cidade de Genebra. Publicou depois álbuns muito diferentes, sempre surpreendentes, como um episódio de Dungeon Monsters, o épico de fantasia humorística de Joann Sfar e Lewis Trondheim, ou livros como Total Jazz, C’tait le Bonheur, La Volupté, e muitos outros.
Em 2009, venceu o Grande Prémio de Angoulême. A este prémio sucedem-se uma série de obras que poderíamos descrever como no mínimo heterogéneas: Pour en finir avec le cinema, Lune l'envers, Vue sur le lac, e outros. Em 2019, Blutch, residente em Estrasburgo, é triplamente homenageado pela sua cidade, onde a sua obra é objeto de diversas exposições nos principais museus da cidade (Museu Tomi Ungerer, Museu de Arte Moderna e Contemporânea, e a Mediateca Central).
Em 2020, Blutch revela mais uma faceta do seu universo criativo com Mais où est Kiki?, um álbum da série Tif et Tondu, escrito pelo seu irmão Robber. Este álbum inesperado impressiona a crítica e o público em geral. E em 2023, vai fazer as delícias dos fãs do "homem que dispara mais rápido que a sua sombra", com este Os Indomados, uma aventura subtil e hilariante da coleção Lucky Luke visto por...
A par do seu trabalho na banda desenhada, Blutch ilustra obras para crianças, explorando inúmeras técnicas ao serviço de universos gráficos muito diversos, e é também, ocasionalmente, ilustrador de cinema (criou três cartazes para Alain Resnais) e de música (devemos-lhe os cartazes do festival de jazz Banlieues bleues).

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