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Uma Família Quase Normal

de Mattias Edvardsson

Livro eBook
editor: Suma de Letras
Até onde seria capaz de ir se a sua filha fosse acusada de assassinato?
Stella é uma adolescente comum, de uma família honesta. O pai, Adam, é pastor da Igreja da Suécia, respeitado e de uma moral irrepreensível, casado com Ulrika, advogada de defesa.

Os Sandell são a família perfeita, até que Stella é acusada do assassinato brutal de um homem muito mais velho, Christopher Olsen. Mas que motivo poderia ela ter para conhecer um homem de negócios obscuro, quanto mais para o matar? Tudo deve não deve passar de um erro terrível.

Neste emocionante thriller, o magistral contador de histórias Mattias Edvardsson arquitecta uma teia na qual todos se envolvem e nada é o que parece. A história de um crime e a destruição de uma família é contada através de uma estrutura incomum de três partes que mantém o leitor a questionar tudo e todos. Tudo é virado do avesso à medida que a perspectiva muda, uma nova voz assume o controlo e novas sombras são lançadas na luz.

Uma Família Quase Normal

de Mattias Edvardsson

ISBN: 9789896659561
Editor: Suma de Letras
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 229 x 31 mm
Páginas: 472
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789896659561
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Surpreendente!

Jéssica Serra, Chuva de Letras

Este thriller é bem mais do que aquilo de que estamos à espera. Mostra-nos toda a complexidade e problemas que se geram na família em foque, pai, mãe e filha, devido à acusação de que Stella, a filha, é alvo. À medida que vamos acompanhando os desenvolvimentos e impacto desta acusação na família Sandall, percebemos também o que os pais de Stella, Adam e Ulrika, estão dispostos a fazer para acompanhar e ajudar a filha da melhor maneira possível. Até onde é que um pai e uma mãe estão dispostos a ir para salvar um filho de uma acusação tão grave quanto a deste livro? Até que ponto os pais conhecem verdadeiramente os filhos com os quais lidam diariamente? À semelhança do que aconteceu comigo, estas são algumas das questões nas quais vão ficar a pensar com a leitura desta obra.

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Sensacional!

M. Henriques

Livro muito bem escrito, que nos deixa logo agarrados a partir da primeira página. Não queria parar de ler! Recomendo vivamente. Desejosa de ler mais deste escritor.

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Cativante

Sofia

Acho que foi o primeiro livro de um autor sueco de que realmente gostei. Não nos maça com extensos e intrincados pormenores que nada de relevante acrescentam à história e o número de personagens é mais do que suficiente para montar um enredo sólido, consistente e que não nos faz constantemente a tentar relembrar quem é quem e quem fez o quê. A história propriamente dita é-nos apresentada de uma forma pouco habitual, isto é, com 3 versões (correspondendo, cada uma, à perspectiva de cada um dos elementos desta família) e um Epílogo onde nos é dado a conhecer o real desfecho. Esta é uma família que, como qualquer outra, tem os seus segredos, os seus "podres", as suas fragilidades e as suas virtudes. Até onde somos capazes de ir por amor? O que seríamos capazes de fazer para proteger aqueles que amamos? O que é, afinal, a justiça e será que a justiça significa o mesmo para cada um de nós? Estas são as premissas de toda a narrativa. Não tendo sido surpreendente (ainda antes do meio do livro já conseguia antever o que tinha acontecido), foi uma narrativa que prendeu a minha atenção, fazendo-me querer continuar a ler para rapidamente chegar ao fim e confirmar se as minhas suspeitas estavam correctas. Um bom livro, no entanto, não vale apenas pela imprevisibilidade da sua história, vale também pela riqueza das suas personagens, pelos temas que aborda, pelas questões que nos faz colocar sobre aquilo em que acreditamos, defendemos ou achamos que é o mais acertado... Esta história fez-me reflectir bastante e, só por isso, a sua leitura já valeu a pena.

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Fantástico!!

Marta Branco

Recomendo vivamente! Todo o livro é escrito na primeira pessoa, sendo que em cada capítulo estamos na cabeça de um personagem! Desta forma, só sabemos o que aconteceu da perspectiva de cada um! É um livro viciante, que nos deixa confusos quanto ao que aconteceu até ao final e não dá para parar de ler até juntar as peças todas do puzzle!! Muito bom!

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Não consegui parar de ler!

Mariana - October Moon

Quando terminei este livro fiquei sem saber muito bem qual a classificação a atribuir que transparecesse de forma justa esta experiência. Se por um lado foi uma leitura que me cativou e que não consegui largar até terminar, por outro senti que estava à espera de mais (apesar de ainda não ter compreendido exatamente o que me faltou). Tem sem dúvida um enredo bastante envolvente e gostei particularmente que o autor contasse a história em três perspetivas diferentes (mãe, pai e filha) mas todas relevantes para o leitor formar uma opinião sobre a dinâmica familiar e as consequências da mesma no desenrolar da premissa. Os capítulos curtos que terminam na altura certa bem como a escrita fluída ajudaram a manter o ritmo que aprecio num thriller. Embora não tenha grandes críticas a apontar e tenha sido um livro que gostei, não foi um livro que me marcou particularmente.

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Fascinante, inteligente e cativante!

Ana TudoSobLinhas

Nesta narrativa, temos três vozes que nos vão demonstrar que a suposta harmonia e dinâmica familiar que pensam existir, está bem omnipresente. Acho que foi muito inteligente a forma como este thriller foi idealizado e, posteriormente, escrito. Pois, temos uma temática muito forte em "jogo" e, com uma dinâmica familiar interessante. Os capítulos são pequenos e alternados e, também, as últimas frases destes são, na prática, um convite motivador para lermos os próximos e sabermos o que aconteceu a seguir.

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Excelente

Dina Freitas

Uma história que prende desde o início ao fim. Com um final que surpreende.. Um thriller excelente.

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A dúvida persegue até ao fim!

Blogue Nerd e Chique

Adorei o enredo, conseguiu prender-me de início ao fim, gostei da escrita da autora que apesar de estar sempre tudo à volta do homicídio (algo que se poderia tornar enfadonho) consegue tornar a escrita fluída e cativante, onde em todos os capítulos descobrimos algo, seja um novo segredo ou até mesmo um traço da personalidade de alguma das personagens que desconhecíamos. Há sempre algo a captar em cada página, algo que será importante para a história e que nos fará ter mais certezas, ou mais dúvidas, sobre quem cometeu o homicídio. Recomendo vivamente a sua leitura!

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INESPERADO

[email protected]

Foi uma experiência e tanto, conhecer de perto esta família que poderia ser, de facto, quase normal. Não é um thriller profundo ou demasiado elaborado, que nos coloque as engrenagens a funcionar, sem saber muito bem a dimensão do que estará por vir, mas é, no entanto, uma história, que consegue facilmente captar-nos a atenção e integrar-nos na vida e quotidiano desta família, a ponto de acompanharmos passo a passo, o dia-a-dia e o drama, com que, de repente, são confrontados. A narrativa é dividida em três partes, começando pelo pai, passando a Stella, a filha e, por fim, a mãe. Em cada uma delas conhecemos mais detalhes da família, dos seus segredos e vamos sabendo um pouco mais sobre o crime pelo qual Stella é acusada. Quando comecei esta leitura, senti, quase de imediato, uma ligeira antipatia por Stella. Nada a ver com o crime, mas com a postura de adolescente irreverente, pirralha mimada e insuportável. Vamos conhecer Stella pelo prisma do pai, assim como uma sucessão de eventos, suspeitas e auto-investigações que o vão levar à verdadeira suspeita do homicídio, na sua perspectiva. O pai, pastor da igreja, que acredita na inocência da filha, mas que a vai defender até ao fim, independentemente disso. Porque é pai. Pai é pai. É também na perspectiva deste pai, que vamos conhecer um pouco da personalidade de Stella e que, no meu caso, vamos desenvolver alguma aversão pelo carácter da mesma, quer com os pais, quer no seu quotidiano, de uma forma geral. Stella é temperamental e imprevisível, mas isso vai ser contado apenas superficialmente, nesta fase da narrativa. A segunda parte é narrada por Stella. Se havia dúvidas sobre a sua personalidade, são dissipadas logo aos primeiros capítulos. Stella aparenta ser e é definitivamente, complicada e conflituosa. Mas Stella revela-se mais do que isso e é interessante vermos a nossa opinião a mudar, de capítulo em capítulo. Nesta segunda parte, vamos saber muito mais da vida de Stella antes do crime e até ao dia do crime, mas não vamos saber tudo. Vamos, acima de tudo, compreender um pouco melhor a sua personalidade e a sua potencial culpa no homicídio de Chris, a vítima. Todas as sequências de eventos nos vão levar a, inevitavelmente, concluir que Stella foi efectivamente a autora do crime, mas não será aqui que vamos ter o panorama total, do que realmente aconteceu naquela noite e o quanto Stella pode ou estará verdadeiramente envolvida. A terceira parte, com a mãe, será uma abordagem à relação entre as duas ou, na sua óptica, as grandes falhas dela e é onde realmente vamos saber o que aconteceu naquela noite. O papel da mãe nesta história toda, é deveras surpreendente e ficou guardado para o fim e bem, na minha opinião. É uma história ficcional, mas é fácil identificarmo-nos, enquanto mães, em várias passagens desta história, nesta dinâmica de família, na tentativa de controlar a adolescência dos filhos com o propósito de os proteger, vastas vezes, deles mesmos. É doloroso admitir que, de facto, frequentemente não sabemos nada sobre a vida deles fora do círculo familiar, ou, o que sabemos, está muito longe da sua verdadeira realidade. Gostei e recomendo absolutamente.

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Surpreendeu!

Irene

Gostei,um enredo interessante,uma história bem desenvolvida que capta a atenção.

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Um livro muito interessante.

Liliana Costa

Este livro é muito entusiasmante, dá vontade de ler todo de seguida.

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Excelente estreia

Maria Marques

Contado a três vozes, cada novo relato vai explicando o desfecho de um crime, ao mesmo tempo que nos deixa entrar numa família como tantas outras, mas que esconde muitas histórias sob a sua aparência comum. Mattias Edvardsson é um escritor a seguir.

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Muito bom

Maria Alice Falcao

Uma forma de narrar completamente diferente.

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Só se para de ler no fim!

A. Domingues

Leitura fácil e bem estruturada! O retrocesso contínuo na narrativa ajuda ao suspense que se mantém até ao fim! Não é fácil parar de ler, tens de saber sempre mais! 5 ¿

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Psicologicamente fascinante

Liliana, autora de: Um Blog entre Bibliotecas.pt

...)...Gostei da forma como o livro está dividido em três narrativas na primeira pessoa: a do pai, da filha e da mãe, e nota-se bem as diferentes personalidades de cada um, formas de falar, sentimentos e pensamentos, na narrativa do pai é que notei uma mais a tal ladainha algo saturante, no entanto a forma como a mulher e a filha o vêm é muito interessante e revelador, mas se há coisa que este livro pode ser considerado é - fascinante a nível psicológico -, tanto a nível da psicopatia (os psicólogos vão delirar com esta leitura), como também da própria condição humana, quase ninguém é aquilo que aparenta, toda a gente esconde segredos, e muitas vezes a pessoa com quem estamos casados ou envolvidos de alguma forma, os nossos melhores amigos, os nossos próprios pais ou filhos, não são quem pensamos... por vezes, nem nós próprios sabemos quem somos! Este livro é muito actual e realista e chega mesmo a ser um bonito ode à verdadeira amizade, no entanto, a linha que separa o ode da obsessão é muito fina.... também é uma espécie de crítica sobre a pressão familiar e social que sofremos para sermos perfeitos... E para quem gosta de dramas adolescentes (como eu) este é um bom livro, pois está carregado desse tipo de drama até ao tutano! Resumindo, e tirando os factores menos positivos, foi um livro que me prendeu, li num ritmo alucinante e achei psicologicamente fascinante! (...)

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Desafiante.

Edite Peralta Fernandes

Este thriller psicológico é sobre uma família e sobre Stella, uma rapariga de 18 anos acusada de homicídio, em que todas as provas apontam para que tenha sido ela. Os pais, claro, acreditam na sua inocência e, uma vez que a mãe, advogada, não a pode representar, arranjam um advogado. No entanto, Stella recusa-se a contar o que se passou e não quer receber a visita dos pais. A história tripartida contada na primeira pessoa pelo pai, pela filha e pela mãe, permitiu o adensar do mistério em torno da morte e, ao mesmo tempo, permitiu desvendar as falhas, segredos, dúvidas e certos acontecimentos do passado, tornando tudo muito mais interessante. Este livro lê-se tão facilmente que não descansei enquanto não o terminei de ler. Fiquei totalmente presa à teia de acontecimentos, que se vão sucedendo rapidamente, mas o que realmente me conquistou foi a densidade psicológica de cada um dos personagens. Muito bom. Recomendo.

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Cativante

Livrólicos (Não) Anónimos

Até onde serias capaz de ir para salvar a tua filha? Que valores morais terias de quebrar e que princípios gerais de ir contra? Esta é a história de uma família que tem a vida virada do avesso quando a sua filha é abusada de assassinato. Um thriller completamente viciante que adorei e nem dei pelos capítulos passarem.

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Fabuloso!

FCarvalho

Peguei neste livro e foi um tiro! Não na história, mas na leitura. ;) Quase que o li todo de uma vez, não fosse a vida constantemente a intrometer-se... Este é mesmo daqueles que nos prendem e que não queremos pousar até chegar à última página.

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Psicologicamente fascinante

Liliana, autora de: Um Blog entre Bibliotecas.pt

(...) ... se há coisa que este livro pode ser considerado é fascinante a nível psicológico, tanto a nível de psicopatia (os psicólogos vão delirar com esta leitura), como também da própria condição humana, quase ninguém é aquilo que aparenta, toda a gente esconde segredos, e muitas vezes a pessoa com quem estamos casados ou envolvidos de alguma forma, os nossos melhores amigos, os nossos próprios pais ou filhos, não são quem pensamos... por vezes, nem nós próprios sabemos quem somos! ... (...) para quem gosta de dramas adolescentes (como eu) este é um bom livro, pois está carregado desse tipo de drama até ao tutano! (...) foi um livro que me prendeu, li num ritmo alucinante e achei psicologicamente fascinante! ... (...)

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Leitura Maravilhosa

Sandra Chaves

Que leitura viciante, é impossível começar a leitura e não se aprofundar nessa história. Fiquei na dúvida se Stella era ou não culpada várias vezes, o autor conseguiu me fazer acreditar em diversos culpados e mudar a cada momento meu pensamento. O livro é incrível, cheio de suspense e dúvidas. Com um final alucinante, de uma teia de segredos que me deixou de boca aberta, com certeza é uma leitura que indicarei a todos!

Mattias Edvardsson

Mattias Edvardsson é escritor e professor na Suécia. O seu romance de suspense psicológico, Uma Família Quase Normal, publicado em mais de 30 línguas, é um grande sucesso de vendas e da crítica em todos os países onde já foi pulicado. Thriller recomendado pelo The New York Times.

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