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Uma Autobiografia

de Angela Davis; Ilustração: Luís Henriques
Editor: Antígona, novembro de 2023 ‧
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Ícone da luta pelos direitos civis, Angela Davis é uma das activistas mais incómodas deste século e do anterior. Nascida na pobreza em 1944, uma bolsa permitiu-lhe ir para Nova Iorque e formar-se em Filosofia.

No Verão de 1970, acusada de conspiração na fuga de três prisioneiros em São Francisco, ingressou na lista dos mais procurados pelo FBI; capturada, diabolizada pelas autoridades (mulher, negra, marxista), foi absolvida após um julgamento mediático e um forte movimento popular pela sua libertação.

Centrada na génese do seu activismo e no despertar de uma consciência social, Uma Autobiografia transporta-nos para as lutas sociais dos anos 60 e 70 nos EUA pelo olhar de uma das principais activistas do nosso tempo.

Uma Autobiografia

de Angela Davis; Ilustração: Luís Henriques

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726084297
Editor: Antígona
Data de Lançamento: novembro de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 138 x 211 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 480
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789726084297

Essencial

João S.

Uma grande lição de coragem e um poderoso registo que reflete em cada página o papel fundamental de Angela Davis na luta por uma sociedade mais justa e igualitária a todos os níveis. Este livro, além de um importante contributo histórico das lutas contra racismo e machismo para as gerações vindouras nas palavras de uma das suas grandes protagonistas, tem a capacidade de ser uma chamada de atenção para o futuro e de como a História muitas vezes se repete. Intemporal!

SOBRE O AUTOR

Angela Davis

Ícone da luta pelos direitos civis, próxima do grupo dos Panteras Negras, por duas vezes candidata à vice-presidência dos Estados Unidos, Angela Davis é uma das ativistas mais incómodas deste século e do anterior. Nascida na pobreza em 1944, descendente de escravos, uma bolsa permitiu-lhe ir para Nova Iorque e formar-se em Filosofia. No Verão de 1970, acusada de conspiração na fuga de três prisioneiros em São Francisco, ingressou na lista dos mais procurados pelo FBI; capturada, diabolizada pelas autoridades (mulher, negra, marxista), foi absolvida após um julgamento mediático e um forte movimento popular pela sua libertação. O combate à discriminação racial e às assimetrias sociais, a militância pelos direitos das mulheres e a saga pelo desmantelamento das prisões transparecem na sua vasta obra – na qual se destacam Women, Race, and Class (1981) e Are Prisons Obsolete? (2003) –, que denuncia formas de encarceramento humano e nos ensina a olhar para os calabouços do mundo.

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