Um Passo da Arte Eterna

de Wislawa Szymborska
Editor: Esfera do Caos, junho de 2013 ‧
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Wislawa Szymborska foi galardoada com o Prémio Nobel da Literatura em 1996. Nessa altura tinha publicado nove magros volumes poéticos, que mal perfaziam duzentos poemas. Um jornalista perguntou-lhe por que publicara tão poucos poemas, ao que a poetisa retorquiu: «Porque felizmente tenho em casa um caixote para o lixo». Todos os poemas que publicou são memoráveis e a presente antologia temática comprova-o.
«Sou um grande admirador da sua poesia. Li tudo o que escreveu e releio constantemente.
É uma poetisa extremamente espirituosa e perspicaz. Tem contribuído enormemente para a minha alegria de viver.» Woody Allen

Um Passo da Arte Eterna

de Wislawa Szymborska

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896800888
Editor: Esfera do Caos
Data de Lançamento: junho de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 218 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca Ibero-Eslava
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896800888

Poesia de Wislawa Szymborska

VLPM

Seleção de 13 poemas desta poeta mais que ímpar. Tudo o que tinha a dizer está na sua poesia, como repetidamente falou. Para além da sua obra escrita, agrada-me a mulher, o ser: a sua “joie de vivre”. Edição cuidada, com uma ilustração a anteceder cada poema. A tradução, direta do polaco, parece ser irrepreensível. De bom gosto. Recomendo vivamente.

SOBRE O AUTOR

Wislawa Szymborska

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1996

Poetisa e mulher de letras polaca, Wislawa Szymborska nasceu a 2 de julho de 1923 em Bnin, nas cercanias de Kornik. Acompanhou a família na sua mudança para Cracóvia em 1931.
Após um período difícil para a Polónia, invadida pelos alemães em 1939, a paz trouxe um novo alento a Szymborska, que, em 1945, não só pôde ingressar na Universidade de Jagelão, em Cracóvia, como estudante de Literatura Polaca e Sociologia, como também se estreou como poetisa, ao publicar o seu trecho "Szukam Slowa" num jornal proeminente.
Concluiu o seu primeiro livro em 1948, uma coletânea de poemas que não chegou a ser publicada, já que o regime comunista caracterizou o trabalho como demasiadamente burguês. Alterando o seu discurso, politizando-o, conseguiu dedilhar as tramas da censura, e publicou Dlagtego Zyjemy (1952, Por Isso Vivemosa).
Contribuindo regularmente para a imprensa, Szymborska foi editora de poesia e colunista no semanário literário de Cracóvia, o Zycle Literackie, entre 1953 e 1981. Traduziu também várias obras de poesia francesa, mas continuou no entanto a compor poesia, aparecendo com obras como Wolanie Do Yeti (1957, Apelo ao Yeti), em que se demarca dos ideais socialistas, e que lhe garante renome a nível internacional, e Sól (1962, Sal), em que exprime um certo pessimismo quanto ao futuro da humanidade, aliado a uma certa esperança nos poderes da imaginação, único meio para atingir uma parte da felicidade. De mencionar também as obras Wiersze Wybrane (1964), Sto Pociech (1967), Ludzie Na Moscie (1986) e Koniec I Poczatec (1993). Chwila surgiu em 2002, quando a poetisa contava já setenta e nove anos de idade. Alguns dos seus artigos periódicos foram compilados em Lektury Nadobowiazkowe (1973-81).
Laureada com inúmeros prémios literários, entre os quais se destacam o Goethe, em 1991, o Herder, em 1995 e, de maior relevo, o Prémio Nobel da Literatura em 1996, Szymborska recebeu um doutoramento em Honoris Causa pela Universidade de Poznán em 1995.

In Infopédia . Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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