Um Beijo que Tivesse um Blue

de Ana Cristina César
Editor: Quasi Edições, fevereiro de 2006 ‧
13,78€
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Este livro Meu filho. Não é automatismo. Juro. É jazz do coração. É prosa que dá prêmio. Um tea for two, tilintar de verdade que você seduz, charmeur volante, pela pista, a toda. Enfie a carapuça. E cante. Puro açúcar branco e blue. É a primeira edição em Portugal dos poemas da autora brasileira, uma recolha de Joana Matos Frias, que escreve no prefácio: "Destacando-se com nitidez de uma geração abatida, combatida e combativa, (…) sobrevive como o mais alto e longínquo dos planetas marginais". Seta é uma poesia culta e intertextual mas também uma boémia e veemente sexual, uma poesia diarística, inquieta e altamente biográfica, mas também brincada, sublime e fascinante…

"A tenção constante entre emoções e razão, vida e escrita, Eros e Tanatos, masculino e feminino, mostra-se axial numa obra que tem tanto de whitmaniano (de canto a si mesma) como de terra devastada, de partitura onde cabem os jogos de palavras, a teatralização de situações, os ecos do mundo, as dramatis personae, senão mesmo uma outra heteronímia, herdeira de um 'lusitano torpor' que deseja 'dividir o corpo em heterônimos', que se sente 'à mercê do impossível - / - do real' e que anseia por atenuara os efeitos devastadores da 'cabra-cega dos corações miseráveis'. [...] Um dos nomes cimeiros da poesia brasileira."
Carlos Bessa, Expresso, Actual

Um Beijo que Tivesse um Blue

de Ana Cristina César

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895521470
Editor: Quasi Edições
Data de Lançamento: fevereiro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 205 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789895521470
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Ana Cristina César

Ana Cristina Cesar, também conhecida como Ana C., foi um dos maiores nomes da poesia marginal brasileira. Nasceu no Rio de Janeiro, no dia 2 de junho de 1952. Ana C. fez parte do grupo Poesia Marginal, que ficou consagrado depois do lançamento do livro de Heloísa Buarque de Hollanda intitulado 26 poetas hoje (1976). As suas obras, além de integrarem o movimento da poesia marginal, têm um teor muito intimista e quebram a forma tradicional da poesia, usando versos sem métrica ou rima, linguagem informal, etc. O seu livro mais famoso chama-se A Teus Pés (1982).

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