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Ubú Rey

de Alfred Jarry
idioma: espanhol
Editor: Alianza Editorial, setembro de 2017 ‧
12,18€
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Con la creación del personaje de Ubú, Alfred Jarry (1873-1907) dio forma genialmente al emblema del ser humano egoísta, mediocre, despreciable y mezquino que suele abundar en las fangosas aguas del poder y pulular en ellas siempre atento a su medro y a su perpetuación, sin importar quien caiga en el camino. Situada ficticiamente en Polonia (lo que equivale, a decir del autor, a «en ninguna parte» y en todas), " Ubú rey " , obra bufa, sátira implacable y guiñolesca válida para todo tiempo y lugar, se ha convertido por derecho propio en uno de los grandes clásicos de la literatura que brillan como perpetuo azote de los que mandan y de los que aspiran a mandar. La presente edición incluye varios textos fundamentales que aportan datos relevantes sobre los primeros pasos de la obra y la dramaturgia del autor. Versión de Wenceslao-Carlos Lozano

Ubú Rey

de Alfred Jarry

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491048206
Editor: Alianza Editorial
Data de Lançamento: setembro de 2017
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788491048206

SOBRE O AUTOR

Alfred Jarry

Nasceu em Laval, Mayenne, França. Precoce e culto, criativo e excêntrico, Alfred Jarry tinha apenas 15 anos quando, em conjunto com colegas do liceu, escreveu a peça "Rei Ubu", que estreou em Paris, em 1896, provocando grande escândalo. "Não obstante as reações, o «Rei Ubu» teve sequelas: «Ubu Cornudo», «Ubu no Outeiro» e «Ubu Agrilhoado» mas nenhuma foi representada em tempo de vida do dramaturgo, que morreu aos 34 anos vítima de meningite tuberculosa. Apesar da morte precoce, a sua obra, que não se resume ao ciclo Ubu, influenciou de forma decisiva os movimentos Surrealista e Dada, criando uma espécie de pseudociência, a Patafísica ou a «ciência das soluções imaginárias». Jarry rasgou novas vias para o teatro moderno, tornando-se pioneiro do Teatro Absurdo." (in Magazine Artes, Abril 2005)

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