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Tulipe Ou La Protestation

de Romain Gary
idioma: francês
Editor: GALLIMARD, novembro de 2007 ‧
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En même temps qu'il s'apprêtait à publier son roman, Tulipe, en 1946, Romain Gary en écrivait une version théâtrale qu'il soumit à Louis Jouvet. D'abord enthousiaste, Jouvet ne monta finalement aucune pièce de Gary et leur correspondance témoigne des relations ambiguës entre un auteur et un metteur en scène. Le sous-titre de la pièce souligne que Gary voulait écrire, avec Tulipe, une oeuvre de protestation. Tulipe, au nom de fleur, rescapé de Bergen-Belsen, vit à Harlem. Il incarne l'homme blanc qui avoue, clame, mime sa faillite et sa capitulation. Il est proclamé « Blanc Gandhi de Harlem ». Homme de théâtre, Gabriel Garran a préfacé et établi la version scénique de ce texte arraché à l'oubli.

Tulipe Ou La Protestation

de Romain Gary

Propriedade Descrição
ISBN: 9782070786992
Editor: GALLIMARD
Data de Lançamento: novembro de 2007
Idioma: Francês
Páginas: 67
Tipo de produto: Livro
Coleção: Le Manteau D'Arlequin
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Poesia
EAN: 9782070786992

SOBRE O AUTOR

Romain Gary

Romain Gary nasceu em 1914 em Vilnius, na Lituânia (então Polónia). Judeu de origem russa, emigrou com a sua mãe para Nice em 1928. Em 1940 junta-se ao general de Gaulle e às forças livres francesas em Londres e combate como navegador da esquadrilha «Lorraine» até ao final da guerra. Ferido, recebe a condecoração suprema dos combatentes franceses, Compagnon de la Libération e foi um dos poucos sobreviventes dos duzentos homens da esquadrilha. O êxito dos seus primeiros romances, Educação Europeia e As Raízes do Céu (Prémio Goncourt 1956) tornaram-no imediatamente um escritor famoso em todo o mundo. Ocupou vários postos diplomáticos na Europa e nos EUA. Em 1975, escrevendo sob o pseudónimo Émile Ajar, ganhou de novo o Prémio Goncourt (caso «impossível» na história do prémio) com Uma Vida à Sua Frente. Gary suicidou-se em 1980, pouco mais de um ano depois do suicídio da sua ex-mulher Jean Seberg. Deixou escrito um pequeno opúsculo intitulado Vida e Morte de Émile Ajar, texto extraordinário onde revelou a «mistificação» Ajar.

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