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Tres Poemas Secretos (Edición Bilingüe)

de Giorgos Seferis
idioma: espanhol
Editor: Abada Editores, junho de 2009 ‧
14,27€
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Estamos ante el último libro publicado por G. Seferis: una suerte de testamento lírico en donde se dan la mano una indagación moral y sensible que hunde sus raíces en la tradición helénica y en las grandes voces de la cultura occidental y una concepción del hecho poético que, en la estela mallarmeana, rechaza reproducir lo real en las palabras para intentar generar la realidad misma, para crear su propia realidad. Poesía física y metafísica, poesía opaca pero atravesada por un designio de luminosidad y transparencia.

Tres Poemas Secretos (Edición Bilingüe)

de Giorgos Seferis

Propriedade Descrição
ISBN: 9788496775503
Editor: Abada Editores
Data de Lançamento: junho de 2009
Idioma: Espanhol
Dimensões: 143 x 201 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788496775503

SOBRE O AUTOR

Giorgos Seferis

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1963

Poeta, ensaísta e diplomata grego, Giorgos Stylianou Seferiades nasceu a 29 de fevereiro de 1900, na cidade de Esmirna, e faleceu a 20 de setembro de 1971. Filho de um advogado e da herdeira de um grande proprietário, desde cedo se deixou apaixonar pela poesia, sobretudo graças à crença geral de que Homero seria seu conterrâneo. Aos catorze anos de idade já escrevia poemas.
Começou por estudar em Esmirna, mas a família mudou-se para Atenas em 1914, pelo que se transferiu para o Liceu Clássico, onde concluiu os seus estudos secundários em 1917. No ano seguinte a sua família mudou-se de novo, desta feita para Paris, e o jovem Giorgos matriculou-se no curso de Direito da Sorbonne, doutorando-se em 1924.
Regressando à Grécia em 1925, começou a trabalhar para o Real Ministério dos Negócios Estrangeiros grego. Continuando a escrever, publicou a sua primeira coletânea de poemas em 1931, com o título Strofi, seguindo-se I Sterna (1932). Em 1935 apareceu Mythistorima, obra em que Seferis concilia a mitologia grega com formas de expressão da modernidade. A sua admiração por Ulisses e pela Odisseia foi também expressa nos três volumes que formam aquilo que Seferis chamou de "diário de bordo", Imerologion Katastrómatos I-III (1940-55).
Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, Seferis fez parte de uma comitiva de funcionários públicos que partiram em exílio, vivendo temporadas na Ilha de Creta, no Egito, na África do Sul e em Itália. Terminada a guerra foi inserido no Corpo Diplomático, e nesse âmbito cumpriu missões nas representações do Líbano, Síria, Jordão e Iraque. Foi embaixador grego em Londres de 1957 até 1962, altura em que fixou residência em Atenas.
Em 1969 apresentou publicamente o seu descontentamento pelo rumo que a tomada de poder pelo ditador Papadopoulos (em 1967) estava a dar à Grécia. Tornou-se por isso bastante popular, sobretudo entre as camadas mais jovens.
Laureado com o Prémio Nobel da Literatura em 1963, a obra poética de Giorgos Seferis foi alvo de inúmeras reedições em diversos idiomas.

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