Todo o Teatro II

de Luiz Francisco Rebello
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, dezembro de 2006 ‧
Desde as suas primeiras peças mais significativas, a crítica exigente, responsável e bem informada [...] foi unânime em reconhecer a sólida modernidade do teatro de Luiz Francisco Rebello, a sobriedade e a modernidade da linguagem das suas peças, a densidade e a verdade humana e psicológica das suas personagens, o seu profundo sentido teatral e a sua habilidade na condução da acção dramática, bem como a lucidez e a coragem de denunciar as cobardias, falsidades e traições que, hoje e em qualquer tempo, o ser humano comete, deixando-nos, contudo, vislumbrar uma réstea de esperança na possibilidade regeneração moral que, sendo individual, não deixa de depender ou de se encontrar como que dialecticamente dependente da transformação da própria sociedade.
Por essa transformação ou transmutação moral, por essa realização ética da humanidade no homem e em cada homem tem pugnado, sem desfalecimento, a pena de Luiz Francisco Rebello na sua plúrima e convergente actividade de homem de teatro, dramaturgo, historiador de teatro português, estrénuo defensor dos direitos dos criadores intelectuais e cidadão livre, responsável e solidário, como este segundo volume da sua obra dramática expressivamente documenta.

Todo o Teatro II

de Luiz Francisco Rebello

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722714761
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: dezembro de 2006
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 240 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 360
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca de Autores Portugueses
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789722714761

SOBRE O AUTOR

Luiz Francisco Rebello

Luiz Francisco Rebello (Lisboa, 1924–2011) foi dramaturgo, historiador, teórico, crítico e tradutor de teatro, jurista experiente e especialista reconhecido em direito autoral, cidadão comprometido na defesa dos valores democráticos.
Em meados dos anos 40 cofundou em Lisboa o Teatro-Estúdio do Salitre (1946-1950), pioneiro do experimentalismo em Portugal. Em 1971 foi nomeado Diretor do Teatro Municipal S. Luiz, cedo renunciando ao cargo em protesto contra a Censura. Presidiu à Sociedade Portuguesa de Autores (1973-2003) e participou na elaboração do Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos (1985, 2003).
Nome marcante do teatro português de meados do século XX até a primeira década de XXI, publicou dezenas de livros, artigos e ensaios incontornáveis sobre esta arte. As suas peças originais encontram-se reunidas em dois volumes de Todo o teatro (1999, I; 2006, II), muitas delas traduzidas, editadas e levadas à cena noutras línguas e países.

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