Combate por um Teatro de Combate
Editor:
Bicho do Mato, março de 2025 ‧
ver detalhes do produto
14,18€
10% DESCONTO
IMEDIATO
ZEM5M1JHZDRiVWR5U1UxWlp6VlFTRXA1TVhCU1NqVXhXbGg0VEc5QlpGQmtabTVRVXk5c05GVlViMnhZUTFaNFRVVnFlbGhuZFdKYWFteEdha1ZUTVRsWlZtRndVRUZZWkVsMmRIRldVMVpGZGtGYVRrUTVOMWRWTTFFM1JscG5SaXR4U0hSMGRsWkxRVVZFUkRVd1RYTjFaRmRwVEdSQ2RuUTNhMHBOZVVZMFMwcElSRkI2T0VsNFV6UnVlWGh4WlRsMVYwOXNWbTlUYW5waGFsUnRNMDFWVm1kVFRHTjBPR1pEZUdoR2FFUnJUa1EyZFdKTE1reENPRWMzZUdORmIyVkVkM2xGYlVaNU9FTkxTbUZpWWtOYWJXdG9jVGR3ZFdVNFIyNDFTVms0YURKeFRGaGpkbGw2VGxaMGJUZHRUelF6V1RnMk5IZHJSMDAwU0Zwc04ybElWbElyT1hCNE5uSkZORVZOVlVGSFZVNVhkRXhvYlhrdlRFNUpabm80YnpOUFpVNVhPVm8wY1hwUVRFWTRaeXRYUWpaTVZXRmpWWHB3Vkd4YU56aDZTWGxRVWpsVVRERmxWVU5UYWl0UFdqZzNPRkF2WVM5RVpHaEpPR2xUTm5CNWRsRm9jV012VlVzd1VDOUpkMjh3VG5sRU4waHhWRk5IYW5KWU4wUjZSMkozZVhsRldEWkJRbU55TkRaTWNWSjBTMk51ZGpCemNFVk5kUzlDUW0xT1IxaFhiVmxrZEROVk1EaEpaVmhOYURSNlZXVTJNRWRFVmpWMU1scDVhSG8xU1ZGMVlWTmxTR2RsVmxCR1ptUlFNMVEwUjA1c2FtRklWRU01Y0RCR1JWY3ZMelZCUWpadVkyZE5hRU5oZEVWSEsyWjRibEpUTjFsTGNERlZUMjFNVHpWMFdIZENlWE5IWVZCTVVpOU9WekZqU1RWVkszazRLMVpFTHpSbUswOVFlV1pSTjNZME9FMVpUWE12TUU1ME9HbzNlVlU0TmpkNFlsTklhakpVOkt4TXVRVitodW0vRlNWYmpEbWREOXc9PQ==
EM STOCK
-
RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
SINOPSE
Em 2024, o Teatro Nacional D. Maria II quis associar-se às comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril e do Centenário do Nascimento de Luiz Francisco Rebello.
Cumprindo a missão de oferecer um serviço de utilidade pública, fazia todo o sentido reeditar este livro, saído em 1977 pela Seara Nova. Trata-se de um documento emblemático desse tempo crucial da nossa história, relatada por quem a viveu com dedicação sem reservas à causa e às coisas teatrais, e que importa dar a conhecer às novas gerações.
Ao reunir textos que antecedem Abril com outros posteriores, o autor denuncia as agruras impostas pela ditadura ao teatro português, evidenciando a resiliência dos seus trabalhadores e a urgência da adesão à luta revolucionária, para resgatar a demasiado longa noite escura (numa evocação do poema de Dylan Thomas) a que foi submetido.
Ainda, e sempre, pede-se ao teatro que esteja à altura do seu tempo.
Cumprindo a missão de oferecer um serviço de utilidade pública, fazia todo o sentido reeditar este livro, saído em 1977 pela Seara Nova. Trata-se de um documento emblemático desse tempo crucial da nossa história, relatada por quem a viveu com dedicação sem reservas à causa e às coisas teatrais, e que importa dar a conhecer às novas gerações.
Ao reunir textos que antecedem Abril com outros posteriores, o autor denuncia as agruras impostas pela ditadura ao teatro português, evidenciando a resiliência dos seus trabalhadores e a urgência da adesão à luta revolucionária, para resgatar a demasiado longa noite escura (numa evocação do poema de Dylan Thomas) a que foi submetido.
Ainda, e sempre, pede-se ao teatro que esteja à altura do seu tempo.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898349828 |
| Editor: | Bicho do Mato |
| Data de Lançamento: | março de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 126 x 213 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 236 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Teatro (Obra)
|
| EAN: | 9789898349828 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Atriz e Ator Artistas - Volume IIBicho do Mato14,40€
16,00€portes grátis -
10%As CastroBicho do Mato9,90€
11,00€