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Therese Raquin

de Émile Zola
idioma: inglês
Editor: Oxford University Press, julho de 2008 ‧
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Therese Raquin is a clinically observed, sinister tale of adultery and murder among the lower orders in nineteenth-century Paris. Zola's dispassionate dissection of the motivations of his characters, mere `human beasts' who kill in order to satisfy their lust, is much more than an atmospheric Second Empire period-piece. Many readers were scandalized by an approach to character-drawing which seemed to undermine not only the moral values of a deeplyconservative society, but also the whole code of psychological description on which the realist novel was based. Together with the important `Preface to the Second Edition' in which Zola defended himself against charges of immorality, Therese Raquin stands as a key early manifesto of the French Naturalist movement, of which Zola was the founding father. Even today, this novel has lost none of its power to shock. This new translation is based on the second edition of 1868. The Introduction situates the novel in the context of Naturalism, medicine, and the scientific ideas of Zola's day.

Therese Raquin

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9780199536856
Editor: Oxford University Press
Data de Lançamento: julho de 2008
Idioma: Inglês
Dimensões: 132 x 199 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Coleção: Oxford World'S Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780199536856

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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