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The Little Virtues

de Natalia Ginzburg
idioma: inglês
Editor: Daunt Books, abril de 2018 ‧
13,51€
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“As far as the education of children is concerned,” states Natalia Ginzburg in this collection of her finest and best-known short essays, “I think they should be taught not the little virtues but the great ones. Not thrift but generosity and an indifference to money; not caution but courage and a contempt for danger; not shrewdness but frankness and a love of truth; not tact but a love of one’s neighbor and self-denial; not a desire for success but a desire to be and to know.” Whether she writes of the loss of a friend, Cesare Pavese; or what is inexpugnable of World War II; or the Abruzzi, where she and her first husband lived in forced residence under Fascist rule; or the importance of silence in our society; or her vocation as a writer; or even a pair of worn-out shoes, Ginzburg brings to her reflections the wisdom of a survivor and the spare, wry, and poetically resonant style her readers have come to recognize.

“A glowing light of modern Italian literature . . . Ginzburg’s magic is the utter simplicity of her prose, suddenly illuminated by one word that makes a lightning streak of a plain phrase. . . . As direct and clean as if it were carved in stone, it yet speaks thoughts of the heart.” —The New York Times Book Review

The Little Virtues

de Natalia Ginzburg

Propriedade Descrição
ISBN: 9781911547143
Editor: Daunt Books
Data de Lançamento: abril de 2018
Idioma: Inglês
Dimensões: 133 x 197 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 134
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Memórias e Testemunhos
Livros em Inglês > Literatura > Ensaios
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9781911547143

SOBRE O AUTOR

Natalia Ginzburg

Natalia Levi, que viria a adotar o apelido Ginzburg do seu primeiro marido, nasceu em Palermo a 14 de julho de 1916.
Passou grande parte da vida em Turim, para onde o pai, professor universitário de Anatomia, foi transferido em 1919. Tanto ele como os irmãos de origem judaica foram presos e acusados devido às suas ideias antifascistas.
Apesar de a sua mãe ser católica, Natalia teve, como toda a família, uma educação laica. Estudou no liceu Alfieri e publicou o seu primeiro livro de contos, I bambini, aos dezassete anos. Cinco anos mais tarde casou com Leone Ginzburg, professor de Literatura Russa. O casal manteve relações de amizade com Cesare Pavese e Carlo Levi, entre outros escritores.
Em 1940, exilaram-se em Pizzoli. Sob o pseudónimo Alessandra Tornimparte, Natalia publicou, em 1942, O Caminho da Cidade, que seria reeditado em 1945 já com autoria assumida.
O marido foi detido e torturado até à morte na Prisão de Regina Coeli em 1944. Nesse mesmo ano, Natalia Ginzburg deslocou-se para Roma, entretanto libertada, e começou a trabalhar na editora Einaudi, aí publicando os seus livros.
Em 1947, surgiu o seu segundo romance, Foi assim, que obteve ex aequo o prémio Due Cicogne — Il Tempo di Milano.
Em 1950, casa com Gabriele Baldini, especialista em Literatura Inglesa, de quem terá dois filhos.
Em 1961, publica As Palavras da Noite, que será adaptado ao cinema. Dois anos depois, sai Léxico Familiar, uma novela autobiográfica. Interpreta o papel de Maria de Betânia em Evangelho segundo São Mateus, de Pier Paolo Pasolini.
A partir do final da década de sessenta, publica vários livros, todos eles abordando relações familiares. Natalia Ginzburg foi também autora de várias comédias teatrais e tradutora de Proust, Flaubert e Maupassant.
Foi eleita para o parlamento italiano em 1983.
Morreu a 7 de outubro de 1991.

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