Tentativa de Esgotamento de um Local Parisiense

de Georges Perec
Editor: Editorial Gustavo Gili, março de 2016 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro
Em outubro de 1974, Georges Perec instalou-se por três dias seguidos na praça Saint-Sulpice, em Paris. Em diversos momentos desses dias anotou tudo o que via: os acontecimentos cotidianos da rua, as pessoas, os veículos, os animais, as nuvens, o passar do tempo. Fez listas de tudo o que ocorria, mesmo dos fatos mais insignificantes da vida cotidiana. Mas nada ou quase nada de conclusivo. Entretanto, sua visão, de uma percepção humana única, vibrante, impressionista e variável - como a pictórica de Monet diante da catedral de Ruão - recolheu os mil detalhes pequenos e imperceptíveis que compõem a vida de uma grande cidade, de um bairro determinado de uma grande cidade: as incontáveis e sutis variações do clima atmosférico, da luz, dos cenários, de tudo o que está vivo. Ônibus, cães, transeuntes, turistas. "O que acontece quando não acontece nada", só o passar do tempo, das pessoas, dos carros e das nuvens. Texto magistral no contexto da obra de Perec, autor já considerado um clássico da literatura.

Tentativa de Esgotamento de um Local Parisiense

de Georges Perec

Propriedade Descrição
ISBN: 9788584520534
Editor: Editorial Gustavo Gili
Data de Lançamento: março de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 123 x 183 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 60
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9788584520534

Original mas pouco mais.

Diogo Pinto

Um exercício de apontamentos ao jeito impressionista, sem grande análise ou conteúdo para além disso.

SOBRE O AUTOR

Georges Perec

Georges Perec (1936-1982) foi um destacado romancista, cineasta e ensaísta francês. Filho de judeus polacos assassinados por nazis, encontrou na literatura e na psicanálise refrigério para os seus traumas de sobrevivente. Depois de estudos em Sociologia e História na Sorbonne, estreou-se na ficção com As Coisas (1965), e o êxito de A Vida — Modo de Usar (Prémio Médicis, 1978) fê-lo dedicar-se exclusivamente à escrita. Em 1967, passou a integrar o OuLiPo, de Raymond Queneau, grupo dedicado à experimentação e à procura de novas formas literárias. «Personalidade ímpar», segundo Italo Calvino, Georges Perec é um dos escritores mais originais e ecléticos do século XX.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU