Um Homem que Dorme
Editor:
Antígona, Janeiro de 2026 ‧
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SINOPSE
Um despertador toca numas águas-furtadas de Paris; um jovem permanece deitado, indiferente à cidade que acorda e ao exame que o esperava nesse dia.
Um Homem que Dorme (1967) é a história de uma criatura que decide, convictamente, não mexer uma palha, cruzar os braços perante a vida, ser alheio ao «banho de obrigações sem fim, ao melífluo terror que pretende controlar todos os dias, todas as horas, da diminuta existência».
Parente do escrivão Bartleby e de Oblomov, acompanhamo-lo a vaguear entre a multidão das grandes avenidas, nos cinemas e nos cafés costumeiros, em busca de um ansiado apagamento.
Escrita aos trinta anos por Georges Perec, esta novela existencialista sobre um «fantasma transparente» em fuga do mundo continua a interpelar e a arrastar consigo os leitores numa tentativa de evasão.
Um Homem que Dorme (1967) é a história de uma criatura que decide, convictamente, não mexer uma palha, cruzar os braços perante a vida, ser alheio ao «banho de obrigações sem fim, ao melífluo terror que pretende controlar todos os dias, todas as horas, da diminuta existência».
Parente do escrivão Bartleby e de Oblomov, acompanhamo-lo a vaguear entre a multidão das grandes avenidas, nos cinemas e nos cafés costumeiros, em busca de um ansiado apagamento.
Escrita aos trinta anos por Georges Perec, esta novela existencialista sobre um «fantasma transparente» em fuga do mundo continua a interpelar e a arrastar consigo os leitores numa tentativa de evasão.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789726084877 |
| Editor: | Antígona |
| Data de Lançamento: | Janeiro de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 135 x 208 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 112 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789726084877 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Desistência...E agora?
Maria Sobral Velez
Um despertador toca: um jovem de 25 anos permanece deitado, indiferente ao exame que o espera nesse dia. A decisão estava tomada: não fazer nada, alhear-se completamento do que caracterizava a sua vida Quando surge esta necessidade, que nos leva a pensar em Bartleby e Oblomov, de esvaziar completamente a existência, é inevitável perguntar: e agora? Genial a resposta de Perec...
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