Teatro 2020
Editor:
Edições Vieira da Silva, julho de 2019 ‧
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SINOPSE
oriente médio:
- Não queremos um nascer do sol à medida do despertar de quem nos tira o sono.
- A guerra não nos quer, a europa não nos quer. Somos os novos leprosos do século vinte e um e andamos todos no mesmo mar. Andamos de um lado para o outro, nunca sabemos de onde vem o vento. Nisso a europa é parecida contigo, para ela não há passado.
espinhos:
- Quem não nos respeita o corpo não merece possuir-nos a alma.
- Não sei se vais matar ou ser morta, sei é que a violência é uma cobra venenosa que tu afagas no peito, pronta para te picar.
enxurradas:
- Uma parte de mim foi pela enxurrada. Não sei porquê, mas a terra deixou de ser segura. O chão desapareceu para sempre.
- Uma mulher não deve nunca mendigar afetos. Não se deve pedir o que é nosso. Que se enfeite quem que se queira enganar e que estenda a mão quem não tenha nada para dar. Não é o meu caso. Eu mendiguei o que sempre andei a dar.
monstro:
- É terrível sentir a ternura disfarçada de quem não nos ama.
- A chuva é como esta minha culpa, deixa sempre marcas nos corpos de quem me aproximo.
anjo:
- Sou imensamente feliz, liberta de ti e de todos os que se veem ao espelho espreitando as silhuetas das vidas alheias.
- O povo gosta de criar fantasmas para não ter de combater quem o explora.
- Não queremos um nascer do sol à medida do despertar de quem nos tira o sono.
- A guerra não nos quer, a europa não nos quer. Somos os novos leprosos do século vinte e um e andamos todos no mesmo mar. Andamos de um lado para o outro, nunca sabemos de onde vem o vento. Nisso a europa é parecida contigo, para ela não há passado.
espinhos:
- Quem não nos respeita o corpo não merece possuir-nos a alma.
- Não sei se vais matar ou ser morta, sei é que a violência é uma cobra venenosa que tu afagas no peito, pronta para te picar.
enxurradas:
- Uma parte de mim foi pela enxurrada. Não sei porquê, mas a terra deixou de ser segura. O chão desapareceu para sempre.
- Uma mulher não deve nunca mendigar afetos. Não se deve pedir o que é nosso. Que se enfeite quem que se queira enganar e que estenda a mão quem não tenha nada para dar. Não é o meu caso. Eu mendiguei o que sempre andei a dar.
monstro:
- É terrível sentir a ternura disfarçada de quem não nos ama.
- A chuva é como esta minha culpa, deixa sempre marcas nos corpos de quem me aproximo.
anjo:
- Sou imensamente feliz, liberta de ti e de todos os que se veem ao espelho espreitando as silhuetas das vidas alheias.
- O povo gosta de criar fantasmas para não ter de combater quem o explora.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897792168 |
| Editor: | Edições Vieira da Silva |
| Data de Lançamento: | julho de 2019 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 217 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 272 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Teatro (Obra)
|
| EAN: | 9789897792168 |
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