10% de desconto

Sud Express

de Rui de Brito
Editor: Publicações Europa-América, abril de 1999 ‧
23,90€
10% DESCONTO CARTÃO
portes grátis
A república foi proclamada na maior excitação e entusiasmo revolucionário. As ruas de Lisboa encheram-se de grupos de homens e mulheres armados, de miudagem de pé descalço, de gente vinda dos arredores.

Um romance histórico que recria com grande vivacidade e colorido a época da primeira república e descreve magistralmente Lisboa, Paris e Londres do início do século.

Começa com a implantação da República e o exílio de D. Manuel e sua mãe, D. Amélia para Inglaterra, e acaba em 1917 com o golpe que depôs o Presidente da República por outro, representante do que se designou então pela Nova República.

Sud Express

de Rui de Brito

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721046399
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 1999
Idioma: Português
Dimensões: 154 x 229 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 328
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 5601072034174
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Rui de Brito

Rui de Brito (1932 – 2010) colaborou como articulista, entre 1957 e 1998, nos jornais "República", "Diário de Lisboa", "O País", "A Capital" e "Correio da Manhã" - Profissional da comunicação e publicitário, exerceu, de 1993 a 2001, a docência no ensino superior, na área da Comunicação. A sua obra de ficção inclui os romances "Já Se Pode Brincar na Relva" (1970), "Banana Split" (versão não integral 1979; versão integral 2007), "Sud Express" (1999) e "Nos Olhos do Camaleão" (2001), bem como o livro de contos "Gatos e Homens" (2004). Conviveu com poetas e escritores como Vasco de Lima Couto, Daniel Filipe, Miguel Torga, Urbano Tavares Rodrigues, Luís de Stau Monteiro, José Carlos Ary dos Santos, Alexandre O'Neill, Carlos Eurico da Costa e João Aguiar, entre outros. Foi um humanista e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da Democracia, antes e depois do 25 de Abril. Nas suas próprias palavras, "As ideologias são muito importantes, mas o que interessa é a condição humana" (em entrevista ao jornal "Expresso",6/11/1999).

(ver mais)

DO MESMO AUTOR

QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU