Sou Barrosã, Graças a Deus
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Âncora Editora, julho de 2025 ‧
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SINOPSE
Pelo título do livro Sou Barrosã, Graças a Deus pode parecer que é uma autobiografia. Mas não. Trata-se de uma biografia coletiva. De Barroso e da sua gente. É um retrato íntimo e realista do Barroso, assinado por Maria José Afonso, jornalista profundamente enraizada na terra que a viu nascer. Com olhar atento e escuta apurada, a autora reúne crónicas e pequenas narrativas que dão corpo às vozes do interior, num estilo que mistura o jornalismo literário com a memória coletiva. São histórias de pastores, lavradores, mulheres que bordam à porta de casa, crianças que aprendem com os avós e aldeias onde a tradição resiste ao tempo e ao esquecimento.
Dividido por temas como Pastores, Plantas e Outros, Coisas que a Memória Guarda e Mulheres, o livro constrói uma geografia humana onde o quotidiano ganha profundidade simbólica. Cada texto é uma homenagem ao modo de vida rural, à dignidade silenciosa das gentes e à sabedoria simples que se aprende com o tempo, com a terra e com os silêncios partilhados.
No prefácio, Carlos Magno reconhece Maria José Afonso como uma repórter com microfone de pérola, comparando a sua presença e sensibilidade à de uma personagem saída de um quadro de Vermeer. E não está longe da verdade: a autora escreve com ternura, sem paternalismo, com a precisão de quem vive e compreende por dentro o que descreve.
Através das suas palavras, Montalegre e as freguesias vizinhas tornam-se o centro do mundo, não por exotismo, mas porque nelas se encontram valores essenciais: a resistência, o sentido de comunidade, a gratidão pela simplicidade. Sou Barrosã, Graças a Deus não é um exercício nostálgico, mas um gesto de amor e preservação. Ao dar voz aos que raramente são ouvidos, Maria José Afonso oferece ao leitor um Portugal profundo, pleno de humanidade e significado.
Dividido por temas como Pastores, Plantas e Outros, Coisas que a Memória Guarda e Mulheres, o livro constrói uma geografia humana onde o quotidiano ganha profundidade simbólica. Cada texto é uma homenagem ao modo de vida rural, à dignidade silenciosa das gentes e à sabedoria simples que se aprende com o tempo, com a terra e com os silêncios partilhados.
No prefácio, Carlos Magno reconhece Maria José Afonso como uma repórter com microfone de pérola, comparando a sua presença e sensibilidade à de uma personagem saída de um quadro de Vermeer. E não está longe da verdade: a autora escreve com ternura, sem paternalismo, com a precisão de quem vive e compreende por dentro o que descreve.
Através das suas palavras, Montalegre e as freguesias vizinhas tornam-se o centro do mundo, não por exotismo, mas porque nelas se encontram valores essenciais: a resistência, o sentido de comunidade, a gratidão pela simplicidade. Sou Barrosã, Graças a Deus não é um exercício nostálgico, mas um gesto de amor e preservação. Ao dar voz aos que raramente são ouvidos, Maria José Afonso oferece ao leitor um Portugal profundo, pleno de humanidade e significado.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895910120 |
| Editor: | Âncora Editora |
| Data de Lançamento: | julho de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 231 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 264 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Ágora |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Comunicação e Jornalismo
|
| EAN: | 9789895910120 |
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