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Sobre o Anarquismo

de Noam Chomsky
Editor: Antígona, maio de 2025 ‧
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Anarquismo: tantas vezes confundido com desordem social e caos, temido e desacreditado pelos poderes instalados, último degrau na escada para o apocalipse. Segundo Noam Chomsky, sinónimo de liberdade e questionamento constante das estruturas de poder, assente na acção colectiva.

De Proudhon e Bakunine ao movimento Occupy, uma tradição viva e em evolução, uma possibilidade real, cujo legado aqui se analisa. Sobre o Anarquismo (2005) é uma introdução essencial e inspiradora às ideias anarquistas e ao pensamento político do autor, nestes tempos em que grassam ideias feitas e somos levados a crer que não existem alternativas.

Sobre o Anarquismo

de Noam Chomsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726084785
Editor: Antígona
Data de Lançamento: maio de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 137 x 214 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Política > Política em Geral
EAN: 9789726084785

Mais atual que nunca

Tf

É mais atual que nunca ler este título e vale cada página pelo que nos consegue mostrar sobre a sociedade em que vivemos em 2025 e o tipo de resistência que ainda se pode fazer

SOBRE O AUTOR

Noam Chomsky

Noam Chomsky, tem sido, ao longo de mais de quatro décadas, um proeminente linguista e um destacado ativista político. Nasceu em 1928, em Filadélfia, na Pensilvânia, de uma família de Judeus emigrados da Rússia. Com os pais conheceu desde cedo o interesse pelas questões linguísticas e pelos problemas políticos, nomeadamente quanto às diferentes posições da resistência judaica ao nazi-fascismo. Em 1945 matricula-se na Universidade de Filadélfia. Manifesta-se contra a criação do estado judaico na Palestina, prevendo a marginalização da população árabe. Chega a pensar em abandonar os estudos, para ir para a Palestina dedicar-se à cooperação socialista entre árabes e judeus. As suas simpatias socialistas orientam-se no sentido do movimento operário cooperativo, de tendência libertária. Na investigação linguística, Chomsky cedo se apercebe das limitações do estruturalismo americano, e lança as bases da mais profunda revolução da Linguística moderna, com amplas consequências para as Ciências Cognitivas. A partir do início da década de 60, participa com frequência no debate público sobre temas políticos, designadamente a ação externa nos EUA, a colaboração dos intelectuais com a política oficial ou o conflito israelo-árabe, o que frequentemente lhe valeu, para além do ódio por parte da grande imprensa, variadas perseguições que chegaram à tentativa de agressão física. Uma primeira coletânea dos seus escritos políticos, "O poder americano e os novos mandarins", publicado em 1969, constitui uma peça essencial na avaliação da intervenção dos EUA na Ásia, nomeadamente no Vietname.

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