Sete Casas em França

de Bernardo Atxaga
Editor: Faktoria K de Livros, novembro de 2018 ‧
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Em 1885 a Conferência de Berlim reconheceu a propriedade do rei Leopoldo II da Bélgica sobre o Estado Livre do Congo. Nos 30 anos seguintes, com a anuência das outras potências coloniais europeias e da Igreja Católica, as forças militares belgas cometeram um dos maiores genocídios da história da humanidade.
Bernardo Atxaga aborda este negro episódio da História com uma prosa trepidante cujo tom oscila entre o cómico e o grotesco, a ironia e o sarcasmo.

No posto militar de Yangambi, situado no coração da selva junto à bacia do rio Congo, está instalado um destacamento da Force Publique que vegeta entre o tédio e a cobiça, as cartas e o álcool. Ali governa o capitão Lalande Biran, um militar de excelência, mas também um reconhecido poeta. A vida em Yangambi decorre monótona e aborrecida até à chegada de Chrysostome Liège, um militar muito peculiar e um atirador infalível, que provocará uma substancial mudança no estado das coisas.

O valor da vida e da morte, a ambição desmedida, a traição e a paixão, tudo isto numa estimulante metáfora sobre o lado obscuro do Homem.

Sete Casas em França

de Bernardo Atxaga

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899958388
Editor: Faktoria K de Livros
Data de Lançamento: novembro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 226 x 155 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 252
Tipo de produto: Livro
Coleção: Confluências
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899958388

SOBRE O AUTOR

Bernardo Atxaga

Bernardo Atxaga (Guipúscoa, Espanha, 1951): Pseudónimo de Joseba Irazu Garmendia, é licenciado em Ciências Económicas pela Universidade de Bilbau e membro da Real Academia da Língua Basca.
Entre as suas obras mais importantes, destacam-se o livro de poesia Etiópia (1972) ou romances como O filho do acordeonista (2003), com o qual recebeu o Prémio da Crítica, entre outros galardões, como o Donostia Hiria, o Prémio Euskadi de Literatura ou – mais recentemente – o Prémio Grinzane Cavour para obras de ficção estrangeira, e Obabakoak, que se tornou o seu livro mais internacional e premiado.
Atxaga escreveu a maior parte da sua obra em basco, renovando nessa língua praticamente todos os géneros literários. A sua universalidade encontra-se avalizada pela mescla de técnicas narrativas, através das quais conjuga a singularidade da descrição com a mestria na construção de mundos interiores.

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