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Sempre!

de Rita Taborda Duarte; Ilustração: Madalena Matoso
Editor: Assembleia da República, maio de 2024 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Em Sempre!, entre versos e canções, acompanhamos o nascimento de duas novas vidas: a de uma criança e a de um país. A par e passo, seguimos a história de ambos e de como uma influência a outra: o país infeliz dividido entre o mar e a guerra obriga uma família a fugir furtivamente para um lugar distante. Mas, um dia, esse país que ficara para trás tornou-se de todas as cores: acabara-se o eterno inverno, erguia-se agora o sol de verão.

A família regressa a um Portugal libertado e uma nova vida começa para todos. A história acaba, mas o livro continua: abre-se uma caça ao verso, aprende-se o significado de abrilar e convida-se o leitor a refletir sobre tudo o que foi e tudo o que será.

Sempre!

de Rita Taborda Duarte; Ilustração: Madalena Matoso

Propriedade Descrição
ISBN: 9789725568415
Editor: Assembleia da República
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 205 x 245 x 10 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 47
Tipo de produto: Livro
Coleção: Missão: Democracia
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 12-14 anos > Literatura
EAN: 9789725568415

SOBRE O AUTOR

Rita Taborda Duarte

Rita Taborda Duarte nasceu a 26 de abril de 1973, portanto nasceu em ditadura, mas cresceu em liberdade. Em 2003, venceu o prémio Branquinho da Fonseca Expresso/Gulbenkian, com o seu primeiro livro para a infância, A Verdadeira História da Alice, e desde esse dia passa o tempo a escrever para crianças (e também para adultos). Além de poeta, área em que foi distinguida com os prémios Inês de Castro e João de Deus, Rita Taborda Duarte é uma escritora um bocado infantil que, mais do que contar histórias, gosta de brincar com palavras. Um dia o seu filho mais pequenino perguntou-lhe a que costumava brincar no seu tempo. Pensou em explicar-lhe que o tempo presente é que era o seu e que, por isso, continuava, claro está, sempre a brincar, mas acabou por lhe responder: «Caçava mamutes!»

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