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Gaspar, com os Pés Bem Assentes na Lua

de Rita Taborda Duarte; Ilustração: Sebastião Peixoto
Livro eBook
Editor: Editorial Caminho, outubro de 2024 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Da janela do seu quarto, o Gaspar tinha vista direta para a Lua, mas o rapaz bem sabia as trapaças escondidas sob aquela luz traiçoosa e mentireira, aldrabida e fingidona. A Lua é uma feiticeira perigosa, muito antiga, muito sábia — por isso sempre foi tão amiga das corujas. Por manhas que só ela conhece, sabe bem como aprisionar a cabeça das crianças deixando-as, aluadas e lunáticas. Só o Gaspar não se deixava enganar: era um rapaz com os pés bem assentes na Lua.

Já ouviste falar da Biodiversidade, que faz com que o mundo seja muito mais bonito, variado e colorido, com tantas espécies? Assim, sempre diferentes, são também as palavras que iluminam os livros. Quanto mais palavras habitarem a nossa língua, mais forte se tornará o nosso mundo, o nosso pensamento, as nossas histórias!

Assinalei, neste livro, algumas palavras e expressões e maneiras de falar um bocadinho mais esquisitas, mas também vivem na nossa língua e estão só à espera de ser descobertas. Ao descobrir essas palavras, vamos todos contribuir para a Palavradiversidade: e assim se torna o mundo maior e mais brilhante.

Gaspar, com os Pés Bem Assentes na Lua

de Rita Taborda Duarte; Ilustração: Sebastião Peixoto

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722132862
Editor: Editorial Caminho
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 241 x 8 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 48
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Plano Nacional de Leitura > 12-14 anos > Literatura
EAN: 9789722132862

SOBRE O AUTOR

Rita Taborda Duarte

Rita Taborda Duarte nasceu a 26 de abril de 1973, portanto nasceu em ditadura, mas cresceu em liberdade. Em 2003, venceu o prémio Branquinho da Fonseca Expresso/Gulbenkian, com o seu primeiro livro para a infância, A Verdadeira História da Alice, e desde esse dia passa o tempo a escrever para crianças (e também para adultos). Certo dia, numa escola, um menino perguntou-lhe se gostava de ser uma escritora infantil. A partir daí, assumiu o epíteto de escritora (um bocado) infantil e nunca mais deixou de brincar com as palavras, sempre com os pés bem assentes na lua.

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