Sem Flores nem Coroas

de Orlando da Costa
Editor: Dom Quixote, abril de 2003 ‧
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Anos depois pela “Seara Nova” e um exemplo do teatro politicamente “comprometido” – e silenciado – da época. A acção decorre em Goa tocando “numa ferida que o regime tinha em aberto – a perda da Índia”, como diz no prefácio Luiz Francisco Rebello.

Sem Flores nem Coroas

de Orlando da Costa

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722024730
Editor: Dom Quixote
Data de Lançamento: abril de 2003
Idioma: Português
Dimensões: 130 x 210 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789722024730
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Orlando da Costa

Orlando da Costa (1929-2006) é um dos mais singulares autores portugueses, com um trabalho entre a poesia, a ficção e o teatro, ainda que raramente inscrito na história da dramaturgia nacional porque as suas peças foram censuradas, em particular Sem Flores nem Coroa (1971), relato feroz do colonialismo. De origem goesa, foi um dos mais ativos opositores ao regime, tendo sido detido por três vezes. Elemento estruturante do sector intelectual do Partido Comunista Português, foi um dos autores mais perseguidos pelo regime fascista. Romancista premiado logo com o primeiro livro, O Signo da Ira (1961), é com Podem Chamar-me Eurídice (1964) que a sua escrita encontra um compromisso ético com a memória. Em 2005, foi condecorado Comendador da Ordem da Liberdade.

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