Seis Falsas Novelas

de Ramón Gómez de La Serna

editor: Antígona, setembro de 2002
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Dando continuidade à publicação da obra de Ramón Gómez de la Serna (1888- -1963), a bem dizer um autor ainda pouco conhecido em Portugal, a Antígona apresenta agora, com tradução de José Colaço Barreiros, Seis Falsas Novelas (1923), que constitui um dos livros mais importantes deste autor.
Revela-se aqui toda a desenvoltura e arrojo do seu génio, capaz de se adaptar aos ambientes das mais exacerbadas extravagâncias; nestas páginas convivem episódios de uma humanidade que La Serna soube intuir com genial clarividência.
Antecipando-se a James Joyce no profundo abalo a que a novelística se viu sujeita, deu a público mais de cem títulos, entre novela, romance, ensaio, biografia, memoralismo e crítica de arte, introduzindo até um género literário que lhe é próprio, a greguería.

Seis Falsas Novelas

de Ramón Gómez de La Serna

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726081357
Editor: Antígona
Data de Lançamento: setembro de 2002
Idioma: Português
Dimensões: 127 x 207 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 196
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726081357
e e e e e

Muito bom.

D.

Excelente, muito interessante.

Ramón Gómez de La Serna

"Ramón Goméz de la Serna, ou simplesmente Ramón, como toda a Europa e América Latina artísticas o conheceram nos anos 20 ou 30, nasceu em Madrid em 1888. Aos vinte anos dirige uma revista literária ('Prometeo') que durou até 1912. Interessado por tudo o que é moderno, funda, em 1915, na Calle de Carretas, não muito longe da Puerta del Sol, a tertúlia do 'Café del Pombo' por onde irá passar toda a 'intelligentsia' espanhola, e não só, atraída pela sua fama de grande mestre do humor e da vanguarda. Tentou criar em Madrid um ambiente cosmopolita e verdadeiramente moderno. Viajou muito - viveu em Paris, Nápoles, Genebra, construiu uma moradia no Estoril onde passou largas temporadas, mas é sobretudo Madrid que palpita na sua obra. Obra imensa - de todos os géneros que existiam e que não existiam: romances ('La Viuda Blanca y Negra', 'La Quinta de Palmyra', 'Seis Falsas Novelas', 'La Nardo', 'La Mujer de Ambar'), crónicas ('El Rastro', 'Toda la História de Puerta del Sol', 'La Proclama del Pombo'&), biografias ('Lope Viviente', 'Ramón del Valle Inclán', 'Goya', 'Oscar Wilde', 'Velasquez'&), ensaios ('El Circo', 'Senos'&), autobiografia ('El Libro Mudo', 'Secretos', 'Automoribundia')& numa lista de duzentos títulos. Foi traduzido por toda a Europa. Com Chaplin e Pitigrilli, foi o único estrangeiro admitido na Academia de Humor Francesa. E Valéry Larbaud, que poucas vezes se enganou, dele disse 'Com Proust e Joyce é um dos maiores escritores do século XX'. Em 1936, com o deflagrar da Guerra Civil, parte para Buenos Aires onde conhecera Luisa Sofovitch que o acompanhou até à morte em 1963."
Jorge Silva Melo no prefácio à obra "Greguerías"

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