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Science In Action

How To Follow Scientists And Engineers Through Society

de Bruno Latour
idioma: inglês
Editor: Harvard University Press, outubro de 1988 ‧
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Emphasizing that science can only be understood through its practice, the author examines science and technology in action: the role of scientific literature, the activities of laboratories, the institutional context of science in the modern world, and the means by which inventions and discoveries become accepted.

Science In Action

How To Follow Scientists And Engineers Through Society

de Bruno Latour

Propriedade Descrição
ISBN: 9780674792913
Editor: Harvard University Press
Data de Lançamento: outubro de 1988
Idioma: Inglês
Dimensões: 153 x 228 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Ciências Exatas e Naturais > Outras Ciências
EAN: 9780674792913

SOBRE O AUTOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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