Saramaguíada

de Pedro Guilherme-Moreira
Editor: Poética Edições, setembro de 2017 ‧
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"A maior aventura de sempre, obrigatória em qualquer biblioteca. Espécie de Ilha do Tesouro e Odisseia a caminho de um Saramago ideal, com passagem pelo Lolita, de Nabokov. Saramago (Esse) cruza-se com a parte de dentro dos livros e dos autores que nos maravilharam a todos, de Eça de Queirós a Virginia Woolf, de Confúcio a O'Neill, de Gogol ao Padre António Vieira, de Rodrigues Miguéis ao Margites (de Homero), de Vlado Herzog (mártir do jornalismo brasileiro) a Voltaire (com quem priva), de Campos de Carvalho (surrealista brasileiro) a Alda Lara (a poetisa angolana das meninas pardas), de Fernando Pessoa a alguns dos seus heterónimos, como Maria José e Charles Robert Anon. e vai a todos os lugares, do Hotel Mirana (Lolita) a uma Paris (em dois tempos), de Lisboa à Tormes de Eça, da Corfu de Nabokov à Davos de Thomas Mann.

É uma celebração absoluta da literatura universal. Crítica divertida e mordaz dos tempos pós-modernos, com especial enfoque no jornalismo, é um romance com rasgo, que fazia falta ao nosso quintal. Corre o risco de ser uma obra-prima. Saramago (Esse) recebe uma missão do próprio Dom Quixote, e vai precisar de um escudeiro (Charles) e de um rocim (Shadow).

E de dezenas de outras personagens, que são tudo menos desconhecidas.
E de Pilar, a sua Pilar, de que este livro é a invenção da ponta dos cabelos à ponta do dedão do pé, seguindo-lhe os passos reais, vida fora, e os passos ideais, daqui à imortalidade, que é o que o vício dos livros nos concede a todos."

Saramaguíada

de Pedro Guilherme-Moreira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899983076
Editor: Poética Edições
Data de Lançamento: setembro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 229 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899983076

SOBRE O AUTOR

Pedro Guilherme-Moreira

Nascido no Porto no Verão de 1969, chegou com 7 anos às mãos da professora Laura sem saber fazer contas de dividir; ela ensinou-o e ele pagou-lhe com uma fábula. Aos 11, entre rapazes de 16 e 17, empatou o primeiro lugar dos jogos florais da escola com um rapaz de 12, hoje um conhecido político. Aos 13, perdeu para o mesmo menino, mas levou o 2.º e o 3.º prémios. Aos 16, ganhou (finalmente sozinho), porque o menino político entrou na Universidade. No ano seguinte entrou ele, na de Coimbra, e andou com Torga no trólei 3, mas nunca se falaram. Profissionalmente, foi dos primeiros advogados a ganhar o Prémio Lopes Cardoso, com um artigo publicado, primeiro, na prestigiada Revista da Ordem dos Advogados e, depois, em livro. Aos 25, decidiu publicar apenas aos 40, porque queria saber, e escrever, mais. Em 2012 foi agraciado com o prémio de poesia do Museu Nacional da Imprensa. A Manhã do Mundo aparece a meio do seu «dia», sendo o seu primeiro romance.

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