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Rostos
idioma: português, inglês
Editor:
Fundação Manuel Leão, outubro de 2009 ‧
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SINOPSE
Este é um livro de rostos e de olhares.
De rostos que falam, como só os rostos o podem fazer, e de olhares que prendem o nosso olhar, interpelantes, insondáveis, luminosos. Poderiam ser figuras de um cenário ou personagens de uma história, mas são apenas rostos. Intrigante apresentação dessa enigmática parte do corpo que, como as mãos, se mantém a descoberto na condição de pele totalmente despida e desprotegida, revelando uma nudez essencial e, como tal, «decente».
Olhares que parecem fitar o horizonte mas que, na verdade, nos atingem de frente e nos fazem pensar. «Olhares-janela» que espelham luz e mistério. Olhares que abrem surpreendentes campos de sentido, quais frestas no tempo por onde o futuro entra e se faz presente. Olhares que apelam à «com-paixão», que não podemos possuir, conhecer ou compreender, mas simplesmente acolher, amar e servir.
Em rigor, não é possível retratar a «epifania do rosto» ou traduzir o acolhimento do olhar. Mas Teófilo Rego parece ter conseguido realizar essa tarefa impossível. O seu testemunho sensível sobre a dignidade dos rostos, e sobre a misteriosa unicidade pessoal que resplandece em cada olhar, reenvia -nos para o momento original da expressão. E de tal forma que nos rouba qualquer possibilidade de inocência. Aqui, a estética cumpre-se como ética na sublime beleza de uma chamada para a relação de misericórdia e de paz com o «outro-próximo».
De rostos que falam, como só os rostos o podem fazer, e de olhares que prendem o nosso olhar, interpelantes, insondáveis, luminosos. Poderiam ser figuras de um cenário ou personagens de uma história, mas são apenas rostos. Intrigante apresentação dessa enigmática parte do corpo que, como as mãos, se mantém a descoberto na condição de pele totalmente despida e desprotegida, revelando uma nudez essencial e, como tal, «decente».
Olhares que parecem fitar o horizonte mas que, na verdade, nos atingem de frente e nos fazem pensar. «Olhares-janela» que espelham luz e mistério. Olhares que abrem surpreendentes campos de sentido, quais frestas no tempo por onde o futuro entra e se faz presente. Olhares que apelam à «com-paixão», que não podemos possuir, conhecer ou compreender, mas simplesmente acolher, amar e servir.
Em rigor, não é possível retratar a «epifania do rosto» ou traduzir o acolhimento do olhar. Mas Teófilo Rego parece ter conseguido realizar essa tarefa impossível. O seu testemunho sensível sobre a dignidade dos rostos, e sobre a misteriosa unicidade pessoal que resplandece em cada olhar, reenvia -nos para o momento original da expressão. E de tal forma que nos rouba qualquer possibilidade de inocência. Aqui, a estética cumpre-se como ética na sublime beleza de uma chamada para a relação de misericórdia e de paz com o «outro-próximo».
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898151117 |
| Editor: | Fundação Manuel Leão |
| Data de Lançamento: | outubro de 2009 |
| Idioma: | Português, Inglês |
| Dimensões: | 208 x 211 x 4 mm |
| Páginas: | 48 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Inglês
>
Arte
>
Fotografia
Livros em Português > Arte > Fotografia |
| EAN: | 9789898151117 |
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