Robinson Crusoé

de Daniel Defoe; Ilustração: J. J. Grandville
Editor: Relógio D'Água, outubro de 2009 ‧
Escrito quando tinha sessenta anos, Robinson Crusoe foi o primeio romance de Daniel Defoe. Produto de uma imaginação poderosa, tornou-se um sucesso imediato e mantém-se como uma das obras mais importantes e controversas da literatura inglesa.
Robinson Crusoe é a história das viagens e aventuras de um mercador, do seu naufrágio e da sua vida solitária numa ilha. Baseado na vida de Alexander Selkirk, é uma obra fascinante pelas suas descrições de Crusoe, o modo engenhoso e imaginativo como criava e usava utensílios e como conhece e se relaciona com Sexta-Feira.
Como é evidente, a imagem que dá dos povos da região e do próprio Sexta-Feira é marcada pelos preconceitos do seu tempo. Mas a obra transcende largamente o horizonte da sua época. Robinson Crusoe é, como escreveu Defoe, uma narrativa ao mesmo tempo alegórica e histórica, uma abordagem do modo como um homem, que dedicado ao comércio, consegue sobreviver, graças ao engenho, numa altura em que bens e dinheiro de nada lhe servem. E como enfrenta a solidão recorrendo aos trabalhos e à imaginação.

Robinson Crusoé

de Daniel Defoe; Ilustração: J. J. Grandville

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896411336
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: outubro de 2009
Idioma: Português
Dimensões: 233 x 153 x 29 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 336
Tipo de produto: Livro
Coleção: Universos Mágicos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789896411336

SOBRE O AUTOR

Daniel Defoe

Daniel Foe — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe — (1660-1731), é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, As Aventuras de Robinson Crusoe, aos sessenta anos.
Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

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