Revolução, Meu Amor

Maio 68, um Ano Depois

de Maria Antónia Palla
Editor: Sibila Publicações, maio de 2018 ‧
Um documento histórico apreendido pela pide em 1969. À procura de respostas, um ano depois do Maio de 1968, Maria Antónia Palla voltou ao palco dessa revolução desencadeada por estudantes e trabalhadores que ditou uma extraordinária mudança de comportamentos no Ocidente.

Conheça os depoimentos e as reflexões de personalidades das artes, ciências, jornalismo e da cultura que presenciaram os acontecimentos. Entrevistas com Jean Luc Godard, Jacques Brel, Siné, Françoise Giroud, Sauvageot, António José Saraiva e Alain Touraine.

Revolução, Meu Amor

Maio 68, um Ano Depois

de Maria Antónia Palla

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899994652
Editor: Sibila Publicações
Data de Lançamento: maio de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 158 x 232 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 140
Tipo de produto: Livro
Coleção: Mulheres de Palavra
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Comunicação e Jornalismo
EAN: 9789899994652

Um tesouro escondido

Maria Helena Cunha

Uma aposta contra silêncio e uma influência para o futuro que para além de desvendar a extraordinária mudança de comportamentos no Ocidente, é acima de tudo a luta de uma jovem jornalista contra a censura.

SOBRE O AUTOR

Maria Antónia Palla

Maria Antónia Palla nasceu no Seixal, em 1 de janeiro de 1933, numa família laica, republicana e liberal que lhe transmitiu os valores da Liberdade, Igualdade e Fraternidade que têm norteado a sua vida. É casada, tem um filho e dois netos.
É licenciada em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras de Lisboa. O jornalismo foi a sua única profissão. Trabalhou em diversos jornais, revistas e televisão, tendo-se destacado no tratamento de temas culturais e sociais.
Como cidadã empenhada na política, participou em todas as campanhas eleitorais antes e depois do «25 de Abril».
Defensora apaixonada da liberdade de pensamento e da liberdade de imprensa, foi a primeira mulher a ocupar o lugar de vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas e a primeira que assumiu a Presidência da Caixa de Previdência dos Jornalistas, cargo que desempenhou durante doze anos, até ao encerramento daquela instituição por um Governo socialista. Foi membro eleito do Conselho de Imprensa.
Interessada desde sempre pelos direitos das mulheres, participou ativamente na campanha pela legalização do aborto.
Foi uma das fundadoras da Liga dos Direitos das Mulheres e da Biblioteca Feminista Ana de Castro Osório, núcleo especializado da Biblioteca Municipal de Belém, a segunda que existe na Europa, enquadrada num espaço público.
Defensora do acesso de todos os Povos à Democracia foi uma das fundadoras do Fórum Português para a Paz e Democracia em Angola, que tem prestado apoio às forças democráticas daquele país.
Em Portugal, continua a participar civicamente em diversas ações a favor da cultura e direitos humanos.
É comendadora da Ordem da Liberdade.

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