Rethinking Postcolonialism
Rutura, Transgressão e Transformação nas Literaturas Lusófonas de África
Editor:
Edições Colibri, agosto de 2017 ‧
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SINOPSE
Esta coletânea de artigos é o resultado do trabalho da secção Rethinking Postcolonialism. Rutura, transgressão e transformação nas literaturas lusófonas de África do 11º Congresso de Lusitanistas Alemães realizado em Aachen em 2015, e propõe-se analisar e discutir as mudanças sociais, económicas e políticas em África assim como fazer uma reflexão sobre a África pós-colonial nas literaturas lusófonas africanas de Moçambique, Angola e Guiné-Bissau.
A literatura pós-colonial segundo Ashcroft/Griffiths/Tiffin pode, por um lado, ser definida como um corpus literário, vindo das ex-colónias dos países europeus e tendo a sua origem temporal na independência formal das colónias e em oposição manifesta à literatura denominada colonial; por outro lado, representa uma categoria que ajudaria a superar outras classificações literárias. Os autores afirmam que classificações terminológicas como Commonwealth literature, African literature, Caribbean literature e Black writing se formam com base em categorias racistas, topográficas e político-históricas.
É por isso que preferem a designação literatura pós-colonial para incluir os diferentes aspetos. O ponto principal dos conteúdos e temas, e o predominante caráter formal desta literatura, consiste no seu carácter híbrido-sincrético. Relativamente a uma perspetiva psicológica e sociopolítica cabe à literatura, no processo de descolonização, uma função pedagógica, na medida em que procura importantes momentos ou elementos autoctónes das culturas pré-coloniais que, contudo, têm de ser considerados em muitos casos como construídos
(cf. Hobsbawm/ Ranger 2015) [da Introdução]
A literatura pós-colonial segundo Ashcroft/Griffiths/Tiffin pode, por um lado, ser definida como um corpus literário, vindo das ex-colónias dos países europeus e tendo a sua origem temporal na independência formal das colónias e em oposição manifesta à literatura denominada colonial; por outro lado, representa uma categoria que ajudaria a superar outras classificações literárias. Os autores afirmam que classificações terminológicas como Commonwealth literature, African literature, Caribbean literature e Black writing se formam com base em categorias racistas, topográficas e político-históricas.
É por isso que preferem a designação literatura pós-colonial para incluir os diferentes aspetos. O ponto principal dos conteúdos e temas, e o predominante caráter formal desta literatura, consiste no seu carácter híbrido-sincrético. Relativamente a uma perspetiva psicológica e sociopolítica cabe à literatura, no processo de descolonização, uma função pedagógica, na medida em que procura importantes momentos ou elementos autoctónes das culturas pré-coloniais que, contudo, têm de ser considerados em muitos casos como construídos
(cf. Hobsbawm/ Ranger 2015) [da Introdução]
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896896744 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | agosto de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 160 x 228 x 11 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 174 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
História da Literatura
|
| EAN: | 9789896896744 |
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