Refugo

de A. Passos Coelho

editor: Fronteira do Caos
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Ao poeta exige-se liberdade. Com a qual consegue que um conjunto de signos orais ou escritos possa criar personagens, ambientes ou ideias com durabilidade. Que ultrapassem o tempo do poeta e do próprio leitor. Como no caso do Amor, a quem este poeta do Marão consagra uma enormidade de versos. Ou no caso da critica social. Como Aristófanes, António Passos Coelho não se cala sobre a pobreza, ou o abuso de poderes, tanto no verso como no conto ("Gente da Minha Terra" e "Histórias Selvagens", 2002). Abelardo (c. 1079-1142) que conhecia os diálogos heurísticos e especulativos de Santo Agostinho (354 d.C.-430 d.C.), de forma alegórica tradicional, sugere uma justiça para além do dogma e da ortodoxia. Da mesma forma que este poeta do Marão, de uma maneira clara e simples. Sem ser de "esquerda" ou de "direita", ao modo de Séneca "o que a lei não proíbe, proíbe a decência". O poeta transmontano di-lo "à sua maneira" e em vários poemas: "O que não é sentido / não pode ser cumprido" (Esta Lei), ou "O meu ódio / nunca subirá ao pódio. / Nem a minha inveja / causará dano a quem quer que seja" (Por muito que me doa).

Refugo

de A. Passos Coelho

ISBN: 9789898647627
Editor: Fronteira do Caos
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 156
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789898647627
A. Passos Coelho

António Passos Coelho nasceu em Valnogueiras, Vila Real. Médico Pneumologista, possui no seu curriculum uma vasta e notável experiência na luta contra a tuberculose. Foi Diretor clinico dos Sanatórios do Sameiro e Pedras Soltas - Caramulo. Na década de 70 parte para Angola com a responsabilidade de organizar a luta contra a tuberculose no distrito do Bié até 1973, altura em que é nomeado diretor do Sanatório de Luanda. Ainda em Angola, exerce funções de Chefe do Serviço de Combate à Tuberculose e é nomeado responsável pelo curso de Tisiologia da Faculdade de Medicina de Luanda. Após 1975 regressa a Portugal e desenvolve a sua atividade em Vila Real. Foi Coordenador Distrital do Serviço de Luta Antituberculosa (SLAT- 1976), membro da comissão Instaladora da administração Distrital do Serviço de Saúde (1991), Presidente da assembleia Distrital da Ordem dos Médicos (1978), Vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Patologia Respiratória (1980), Presidente da Comissão Instaladora do Hospital Distrital de Vila Real e Diretor Clínico do mesmo (1991). Foi também Presidente da assembleia Municipal de Vila Real.

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